quarta-feira, 29 de agosto de 2012

NOTA OFICIAL G.R.S.C.T.O YOUNG FLU

O G.R.S.C.T.O. Young Flu vem, por meio desta, informar de modo oficial, que sempre preservou a paz nos estádios, a não violência e se manteve preocupada, especialmente, em prestar total apoio ao nosso clube – motivo de nossa existência. Sendo, portanto, exemplo de conduta. Para tanto, andamos ao lado da lei e somos parceiros do Grupamento Especial de Policiamento de Estádios – G.E.P.E. e do Ministério Público nas questões que envolvem a conduta da torcida e de nossos componentes dentro e fora dos estádios. Inclusive, no jogo do último sábado (25/08/2012), a diretoria da torcida encaminhou aos JECRIM, junto com o G.E.P.E., alguns vândalos infiltrados que rasgavam e danificavam o patrimônio do Botafogo, que se situavam no setor Oeste Inferior do estádio João Havelange.
Lamentamos muito o ocorrido e somos solidários às vítimas.
Embora não nos responsabilizamos por atos provocados por decisões individuais de nossos componentes, iremos apurar o caso junto às autoridades e tomaremos medidas com base em nosso estatuto e nas resoluções internas, cabendo aos envolvidos que forem filiados à torcida, punições, suspensões e até mesmo expulsões. A Torcida Young Flu também repassou ao G.E.P.E. a relação dos representantes de sub-sedes conforme solicitação do Termo de Ajuste de Conduta – TAC, medida que deverá servir para um melhor controle das regiões e seus principais problemas.
Por fim, salientamos mais uma vez a posição da torcida na luta pela paz nos estádios e pela não violência no futebol. Somos uma Torcida Organizada composta de pessoas de bem e com um só objetivo: apoiar o FFC.
Todos os jogos enviamos ofício ao G.E.P.E. informando nosso local de concentração, horário de saída e trajeto até o estádio, sendo sempre acompanhados pelo policiamento na ida e na volta dos jogos.

Atencisoamente,

DIRETORIA ADMINISTRATIVA – G.R.S.C.T.O.Y.F.
YOUNG FLU
SEDE PRÓPRIA: RUA SOBRAL, 27 – MÉIER – RJ. (21) 2228-1633     

Peter Siemsen se posiciona contra a Young Flu

Diante dos acontecimentos no último sábado, dia 25/08, a Torcida Organizada YOUNG FLU vem passando por um verdadeiro tiroteio de críticas por todos os lados. Todos!
O tiroteio contra a Young Flu veio da grande mídia, da Polícia Civil e da Polícia Militar. Obviamente, que os fatos ocorridos no último sábado são reprováveis. Mas não podemos colocar toda a torcida Young Flu como culpada, pelo erro de alguns integrantes. E no blog da Flusócio, “O MAIOR GRUPO DE SITUAÇÃO” do Fluminense, também surgiram alguns comentaristas criticando a Young Flu e demais torcidas organizadas.
Destacamos aqui alguns destes comentários:
Comentário 1: Ontem a Young-Flu voltou a agir como bandidos covardes, juntando-se 20 ou mais para baterem em dois torcedores do Vasco. Que fiquem presos em Bangu I, lugar de bandidos, pois nossa torcida não merece esta gente, estes covardes estúpidos que denigrem a imagem de uma torcida maravilhosa como a nossa. Na minha opinião a excelente gestão Peter, deveria romper com estas “torcidas”, não alimentando esta postura e foco de violência com ingresso grátis, pois não merecem e estão se igualando ao pior da TO’s dos demais clubes! Este comportamento me deixa revoltado e tenho certeza que este vândalos não merecem vestir as nossas cores que traduzem tradição!
Comentário 2: A diretoria deveria aproveitar essa situação para, de uma vez por todas, acabar com esse negócio de dar ingresso para torcida organizada, ou pelo menos parar de financiar essa young Flu. É nítido que enquanto as outras torcidas organizadas estão dispostas a abraçar um novo pensamento implantado pela Legião Tricolor, essa Young Flu insiste em manter um comportamento agressivo, com gritos que valorizam a própria torcida, e não o FLUMINENSE, e o pior de tudo, vendem os ingressos livremente na entrada dos jogos. Peter é a hora. Os caras estão enfraquecidos depois desse episódio. VAMOS NOS LIVRAR DESSE CANCER.
Comentário 3: Que vergonha ler as notícias sobre a ação criminosa de um grupo de bandidos da Young Flu.
Comentário 4: TEMOS QUE DAR UM BASTA NISSO E TEM QUE SER AGORA. UMA RESPOSTA RÁPIDA PORQUE ISSO ESTÁ INDO LONGE DEMAIS E É MUITO NEGATIVA A REPERCUSSÃO DE NOSSA IMAGEM. DESVALORIZA MUITO A MARCA FLUMINENSE QUE É SINÔNIMO DE ELITE E FIDALGUIA.
Comentário 5: Quanto à questão das torcidas organizadas, ou melhor das gangues desorganizadas, a receita é uma só e já deveria ter sido feita pelos dirigentes de todo o Brasil há muito tempo. Corte de ingressos pura e simples. Na parte criminal, leis muito mais rígidas e cadeia neles.
Comentário 6: Lastimável a postura destes vândalos, verdadeiros bandidos, travestidos com um manto digno e de alto nível como o do Flu.
Comentário 7: O que falta para cortarem os ingressos-gratuidade das torcidas organizadas?
Comentário 8: Quanto as torcidas organizadas, todas, digo todas sem ressalvas é caso do Ministério Público e de Polícia.
Comentário 9: O FFC não é refúgio para marginais ou pessoas q vendem ingressos gratuitamente para se dar bem em cima do nome do Fluminense.
E na última segunda-feira, o presidente do Fluminense, Peter Siemsen, diante da repercussão do fato emitiu rapidamente uma “NOTA OFICIAL”.  Gozado, que o presidente Peter Siemsen não teve a mesma rapidez que teve em emitir a nota oficial, para participar das homenagens ao centenário de Nelson Rodrigues e do falecimento de Félix.
Ao não participar da principal celebração do centenário de Nelson Rodrigues, o presidente Peter Siemsen demonstra total falta de compromisso com a vida e a obra de Nelson Rodrigues. Mas o pior estava por vir.
É inadmissível e uma grande ingratidão da instituição Fluminense Football Club, que no velório do nosso querido Félix, não tenha comparecido uma única pessoa sequer para representar ‘oficialmente’ o Fluminense. Foi uma grande vergonha para o Fluminense não ter uma bandeira do nosso Clube cobrindo o caixão de Félix, que tanto dignificou nossas cores com sua enorme dedicação e conquistando inúmeros títulos. Uma verdadeira agressão a nossa história. Uma violência contra a nossa história. Vamos ao Ministério Público denunciar esta violência?
Na nota oficial de Peter Siemsen, ele se posiciona claramente como parceiro do Ministério Público, da ação policial e contra a Young Flu. Em alguns momentos, a nota oficial chega a ser engraçada e contraditória. Dizer que o Fluminense repudia e não compactua com qualquer episódio de violência é repetir o óbvio ululante.
Mas o fato é que Peter Siemsen abandonou a torcida Young Flu. Peter Siemsen abandonou quem sempre esteve ao lado do Fluminense. Peter Siemsen não se importa com a Young Flu. Peter Siemsen só se importa em ‘ficar bem na fita’. Talvez, no seu íntimo, Peter Siemsen tenha a mesma opinião sobre a Young Flu que alguns de seus correligionários.
O Fluminense conta com a empresa FSB, mas esta faz a defesa do presidente e não do Clube. É cada vez maior a insatisfação dos tricolores com os ataques sofridos pela instituição. E o Peter tem sido um fraco neste aspecto. Muito fraco! Isto dito até pelos próprios Flusócios em seu blog. É só não ser analfabeto e ir lá fazer a leitura.
Não existirá ninguém melhor que a própria Young Flu para refletir e se posicionar sobre o episódio. Creio que a Young Flu já encontra dificuldades suficientes. Portanto, só vejo a nota oficial publicada pelo presidente Peter com o intuito de aumentar a pressão contra a Young Flu. Lógico, que reprovo as ações de violência, mas defendo e apoio sim a Young Flu. A Torcida Organizada Young Flu sempre esteve ao lado do Fluminense. Chova ou faça sol!  






domingo, 26 de agosto de 2012

JULIO BUENO VOLTOU!

O mês de agosto é especial para os tricolores. Foi no mês de agosto, em 1952, que o Fluminense obteve a sua maior conquista futebolística, a COPA RIO, o Campeonato Mundial de Clubes. E neste mês de agosto o Blog “CIDADÃO FLUMINENSE” presenteia os seus leitores com uma matéria especial. Uma entrevista em primeira mão com o tricolor Julio Bueno.

Julio Bueno e sua rotina dinâmica

O tricolor Julio Bueno disputou a eleição presidencial de 2010 no Fluminense. E desde então, Julio Bueno estava ausente das discussões e participação política no Fluminense. Julio Bueno concedeu esta entrevista exclusiva ao Blog “CIDADÃO FLUMINENSE” marcando o seu retorno a vida política tricolor.

Julio Bueno e Eduardo Coelho iniciando a entrevista

Julio Bueno é formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com “Certifed Quality Engeneer pela American Society for Quality USA” e Master of Philosophy em “Manutacturing Engineering” pela University of Birminghan (U.K.). Engenheiro da Petrobras desde 1978, desempenhou diversas funções gerenciais. Foi diretor do INMETRO, de julho de 1991 a fevereiro de 1994. E presidente do INMETRO, de fevereiro de 1995 a abril de 1999. Foi diretor da Petrobras Distribuidora, de abril de 1999 a setembro de 2001. E presidente da Petrobras Distribuidora, de setembro de 2001 a fevereiro de 2003. Foi Secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo do Espírito Santo. E atualmente é o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Estado do Rio de janeiro. Julio Bueno é um tricolor de coração e sempre fez questão de se afirmar como um eterno “torcedor de arquibancada”.

Julio Bueno

Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: Você como todo torcedor de arquibancada deve ter o seu time do Fluminense predileto. Geralmente é o time de uma grande conquista. Qual é o seu time do Fluminense preferido?
JULIO BUENO: O meu time é o de 1976. É Renato, Carlos Alberto (Torres), Miguel, Edinho, Rodrigues Neto, Pintinho, Paulo César e Rivelino, Gil, Doval e Dirceu. Esse foi o melhor time que nos meus 57 anos eu vi o Fluminense jogar.

"O TIME"


Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: Qual o seu grande ídolo tricolor?
JULIO BUENO: Não tem jeito, né? Nelson Rodrigues diz que a gente gosta das coisas quando a gente comeu na infância. O meu maior ídolo não foi da minha infância, mas é inesquecível... Roberto Rivelino.

"O ÍDOLO"

Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: Conte uma história marcante de sua vida como torcedor de arquibancada.
JULIO BUENO: Tenho várias histórias interessantes. Por exemplo, a conquista de 1971, que eu estava com quarenta graus de febre e fui ver o jogo com meu pai. O título de 1995 também foi muito importante por causa do meu filho. A gente vinha perdendo tudo para o Vasco. Perdemos três decisões. E aquele título foi impressionante. As várias loucuras feitas. Por exemplo, eu vou ao exterior e não tem uma vez que não veja os jogos do Fluminense. Eu montei um esquema para ver os jogos. Eu acabei de ir ao Japão e a Turquia. Vi no Japão o Fla-Flu. E na Turquia, vi Botafogo e Fluminense. Porque eu comprei um dispositivo nos Estados Unidos, que me permite entrar na minha televisão de casa. Então, eu sou um torcedor que tenho várias passagens curiosas, engraçadas, com relação ao Fluminense.

A descontração de Julio Bueno ao lembrar de sua trajetória política no Flu


Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: Como foi sua trajetória na política do Fluminense?
JULIO BUENO: Isso é uma coisa legal. Eu era presidente do INMETRO, em 1995 e 1996. Em 1996, o Fluminense caiu (para a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro) pela primeira vez. E eu estava tentando ajudar o Fluminense. E tentei ajudar o Fluminense com duas pessoas. Uma que foi conversar comigo foi o Melo (José Melo da Silveira atual presidente do Conselho Fiscal), junto com o Sylvio Kelly (ex-presidente do Fluminense). E eu me lembro que tentei ajudar o Fluminense como presidente do INMETRO, ajudando Xerém. Agora estou me lembrando bem, botando os ônibus a disposição do Fluminense. A gente ia muito cedo para o INMETRO. Ou seja, um conjunto de ônibus. E esses ônibus poderiam ser utilizados pelas crianças. E não teria nenhum problema de fazê-lo. E eu não consegui fazer. Eu não consegui ajudar o Fluminense. Aí, o Fluminense cai para a Segunda Divisão, aquela tragédia. Na verdade, não tinha caído ainda, estava no caminho de cair. E eu fui convidado para ir à festa de aniversário do Fluminense. E aí tomei contato com a Vanguarda Tricolor, que colocou um monte de lenços pretos na cabeça. E aí fiz vários amigos queridos. Marcos Furtado é um deles, a Luciana Farias é outra. Tenho vários amigos ali. Inesquecível! E aí eu entendi que o meu caminho não era nem do Melo e nem do Sylvio Kelly. O meu caminho era o do Marcos Furtado e da Luciana. E da Vanguarda Tricolor. E aí eu coordenei a campanha da Vanguarda. Foi uma campanha belíssima. E aí foi a minha vida política, minha introdução na vida política do Fluminense. Eu por exemplo, convidei o David Fischel. Fui eu que convidei para fazer parte da chapa. A vida política do David Fischel no Fluminense passa pelo meu convite quando eu estava na Vanguarda Tricolor. Então foi isso. Foi assim que eu andei.

Julio Bueno e o prazer em ajudar Carmélia Alves


Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: Pouca gente sabe, mas você socorreu a famosa cantora da Era do Rádio, Carmélia Alves, a rainha do baião, que estava doente e passava por dificuldade financeira. Como isso aconteceu?
JULIO BUENO: Porque um amigo comum, um queridíssimo amigo, grande tricolor, Ricardo Cravo Albim, fazia aquela peça “As cantoras do rádio”, que nós de alguma maneira ajudamos, quando eu estive na BR Distribuidora como presidente. E a Carmélia, eu tenho um afeto grande por ela. E o Ricardo Cravo Albim num determinado momento me pediu pra ajudar a Carmélia. E aí a gente conseguiu ajudar. Não tanto quanto eu gostaria. Eu gostaria de ter ajudado muito mais. Ela hoje está no Retiro dos Artistas, numa operação feita por mim e pelo Ricardo. É pessoa querida e que mostra o drama de ser artista no Brasil. E pensar no momento e não ter uma visão de longo prazo na vida. Que é muito comum na vida artística, no jogador de futebol. Então, eu tive um grande prazer e queria ter ajudado mais.

Julio Bueno explica sobre o patrocínio da TIM que o Fluminense recusou

Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: Você poderia lembrar a questão do patrocínio da TIM (empresa de telefonia) que você tinha articulado para o basquete tricolor? E quais os motivos para que o patrocínio não tenha sido efetivado?
JULIO BUENO: O patrocínio da TIM começou pela franquia que o prefeito de Queimados, prefeito Max (Lemos), que torce pelo Fluminense, conseguiu. O Max conseguiu a franquia para participar do campeonato nacional de basquete. E me procurou e perguntou se eu não poderia ajudá-lo a conseguir um patrocínio. Aí, eu falei, “topo, desde que a gente jogue com a camisa do Fluminense”. Essa é a história. Aí fomos a TIM. A TIM se interessou pelo patrocínio e eu levei o patrocínio ao Fluminense. Importante que naquele momento como era candidato, era importante mostrar vigor. Mostrar capacidade de realização. Então, a gente se empenhou muito fortemente. E a gente conseguiu. Mas o Fluminense não quis. Não quis dizendo que não conseguiria fazer um time à altura das tradições do Fluminense. Porque tinha sido um momento como outro. O patrocínio tinha um prazo curto mesmo para se conseguir as inscrições. E foi isso. Eu tenho dúvidas se foi a decisão mais acertada. Tenho dúvida porque, na verdade é das diversas tragédias que tem o Fluminense. O Fluminense é um clube que tem uma belíssima história, mas tem diversas tragédias contemporâneas. Talvez a maior delas seja o Esporte Olímpico, que é uma tragédia. O Esporte Olímpico do Fluminense não se enxerga. Não se enxerga! A gente está às vésperas das Olimpíadas, com enorme possibilidade de alavancagem. Mas o Esporte Olímpico do Fluminense olha para o horizonte como se fosse um avestruz. Quer dizer, não consegue enxergar o que está acontecendo no Brasil e no mundo. Que aliás é um problema do Fluminense importante como um todo, não o Esporte Olímpico. Pela tradição do Fluminense, pela Taça Olímpica, por tudo isso me parece que era óbvio articular um projeto, que a gente estava fazendo com o Nuzman (Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro) e com o Ary Graça (presidente da Confederação Brasileira de Vôlei), exatamente para deixar a disposição do Fluminense. É uma possibilidade de se alavancar por causa das Olimpíadas nesse momento ímpar que a gente está vivendo no Brasil.

Julio Bueno esclarece sobre o projeto de poder do grupo adversário 


Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: “Fiquei bastante feliz de conhecer Julio Bueno”; “A constatação de que há nomes que podem romper com a mediocridade que tem marcado a política tricolor nos últimos anos”; “O Fluminense precisa de gente competente”; “É animador saber que existem pessoas competentes e honestas como o Sr. Julio Bueno dispostas a ser presidente do Flu”; “Acho o Julio um bom nome”; “Tô muito animado em ver Julio Bueno no Fluminense”; “O que o Fluminense precisa é disso: profissionalismo”; “A análise da situação do Fluminense e as propostas para o clube alinhavadas pelo Julio Bueno convergem com aquelas defendidas pela Flusócio”; “Eu, pessoalmente, ainda me senti bem por ouvir um executivo, não um político”; “É excelente para o Fluminense essa aproximação do grupo Flusócio ao Julio Bueno”; “O Flu precisa de uma reengenharia, então nada melhor do que um engenheiro competente”; “A pré-candidatura do Julio Bueno é fato. Sua visão é declaradamente pelo profissionalismo e por um projeto de clube que rompa com a mediocridade que impera no Fluminense nos últimos anos”; “Excelentes notícias. A chance de mudarmos o quadro do nosso clube é aliando esforços em busca de uma administração séria e profissional. Ao que parece, um passo muito importante começou a ser dado”; “Sou empregado da Petrobras Distribuidora e enquanto Diretor e presidente da mesma, o cara foi show de bola. A gestão dele deixa saudade em todos os empregados”; “É um cara realmente apaixonado pelo Fluminense, pelo futebol do Fluminense e pela gestão do clube. É trabalhador no sentido mais puro do termo: foi galgando de baixo até chegar onde chegou”.
As frases citadas são os comentários de proeminentes integrantes e simpatizantes da Flusócio (atualmente, vários são conselheiros do Fluminense). Foram escritos no texto “A conversa com Julio Bueno”, publicado no blog do grupo no dia 14 de novembro de 2008. Dois anos após, a coisa seria bem diferente. Quem mudou? Julio Bueno ou a Flusócio?
JULIO BUENO: Na verdade havia um projeto de poder claro na Flusócio. E esse projeto de poder, e a gente precisa ser claro, ele passava por uma certa cooptação de alguns elementos. Que mais claro ainda, de não servir ao Fluminense. Mas de usar o Fluminense. Só a gente olhar o quadro de funcionários e a atuação que houve. Na verdade eu passei a ser uma alternativa muito independente. Uma alternativa, que principalmente na campanha, não sei se por ingenuidade, por orgulho ou vaidade. Uma alternativa independente, completamente independente. Eu não tinha compromisso nem com os meus mais próximos companheiros. Meus queridos companheiros. Eu não tinha compromisso com ninguém. E essa era uma condição importante, porque eu achava, e acho ainda, que o Fluminense precisa se livrar, se livrar da camarilha que se serve do Clube. É uma camarilha! Usando o termo do Partido Comunista. Se serve do Clube! Tem salários aí impressionantes. E aí o meu projeto de poder era benemerente. Não tinha compromisso com ninguém. Ninguém foi convidado para ser Diretor, Executivo. Ninguém. Zero. Quer dizer, claro, eu sempre entendi que a participação política no Fluminense se daria através do Conselho (Deliberativo). Mais nunca através dos cargos executivos. Ninguém ia lá ganhar dois mil reais, dez mil reais, cinquenta mil reais ou setenta mil reais. As pessoas ali são associados que podiam servir ao Fluminense. Mas não se servirem do Fluminense. Então, meu projeto de poder, ele divergiu.  Houve uma divergência no projeto de poder. Então, foi pra luta política. Uma luta política de baixo calão, também é importante dizer, que se deu.

Julio Bueno explica que é completamente elegível 
Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: Você durante a campanha eleitoral do Fluminense foi acusado de “ficha suja”. Você considera que tenha sido vítima de uma campanha de ódio? Explique esta situação.
JULIO BUENO: Não de ódio. Foi uma luta política muito mais suja do que eu supus. Eu supus de a gente ter uma campanha de ideias, fraterna. Só pra entender, eu tenho uma longa vida pública, na área pública, é comum se ter problemas no TCU (Tribunal de Contas da União). O presidente Fernando Henrique (Cardoso) tem duzentos processos. Na verdade, eles usaram isso como uma marca, que para o público leigo, dizia, “não, esse cara aí tem problema”. Quando não há problema nenhum. Sou completamente elegível. Então, faz parte da luta política. Muito mais sórdida que eu supus que houvesse no Fluminense. Talvez por ingenuidade. Eu nunca fui do voto, eu nunca pedi voto. Não tenho intenção de pedir mais. Mas faz parte da luta política. E assim que eu entendo. E aí as coisas acabaram de alguma maneira nós também radicalizando. Umas peças de campanha, que seriam as peças ideais dentro de um clima de cavalheirismo, de fraternidade, que é o que deve pautar as eleições de um clube como é o Fluminense. Mas isso na teoria. Porque na verdade, há o projeto de poder. E um projeto de poder que eu te digo quanto vale. Um projeto de poder que custa 130 a 140 milhões (de reais) por ano. Você multiplica isso por três, são 420 milhões no triênio. Se você multiplica isso por seis, são 800 milhões de reais. Quase 400 milhões de dólares. Isso é dinheiro em qualquer lugar do mundo. Isto é que está por trás da luta fratricida. O que está por trás da luta fratricida é o volume de recursos e a quantidade. Que a camarilha pode usar para se locupletar.

Julio Bueno explica que nunca teve projeto político


Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: Você foi acusado por seus adversários de querer se eleger presidente do Fluminense para utilizar o cargo como trampolim para uma possível carreira política. Como a Flusócio escreveu, você “tem bom trânsito político e credibilidade junto a potenciais investidores”. Você precisaria ser presidente do Fluminense para pleitear alguma candidatura política?
JULIO BUENO: Claro que não! Aliás, até porque eu não tenho projeto político na minha cabeça. Nunca fui candidato a deputado, a vereador, a deputado federal, a senador, a nada. E acho que será assim ao longo da minha vida. O voto é uma coisa muito distante de mim, pelo meu temperamento, pela minha sinceridade. O voto tem uma coisa de ‘parecer’, que não se coaduna muito com o que eu penso e com o que eu sinto no peito. Mas já tive cargos importantíssimos. Fui presidente da BR Distribuidora. Fui presidente do INMETRO. Fui Secretário no Espírito Santo. Sou Secretário no Rio. Não preciso do Fluminense. Eu não sou como alguns, que o Fluminense na verdade os tira do anonimato. Olhe o Fluminense hoje. O Fluminense ajuda a tirar as pessoas de lá do anonimato. No meu caso não é verdadeiro isso. Aliás, o Victer (Wagner Granja Victer, presidente da CEDAE) brincava assim, “entra no Google pra ver a diferença das candidaturas: o Julio Bueno tem uma vasta carreira, o outro toda vez que entra, o nome dele está correlacionado apenas com o Fluminense.”

Julio Bueno: "Eu não sabia que um prato de comida valia tanto"


Blog “CIDADÃO FLUMINENSE: Embora muitos não saibam o srº Jackson Vasconcelos, que tem sido chamado de “presidente de fato” do Fluminense, foi seu assessor especial. O que você tem a dizer sobre o srº Jackson Vasconcelos?
JULIO BUENO: Esse senhor trabalhou comigo no INMETRO durante uns dois anos. Depois me procurou e pediu ajuda em campanhas eleitorais. Eu sei que o atendi com muita fraternidade. Eu não sabia como um prato de comida era tão importante. Na verdade, o que ouço falar por aí, é que a sordidez da campanha é uma marca dele. E eu não estou aqui discutindo o INSS, de jeito nenhum. As pessoas do meio político do Fluminense atribuem a ele a sordidez da campanha. Ele frequentou a minha casa, mas um prato de comida vale muito.


Julio Bueno: "Celso Barros é um grande tricolor"



Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: O presidente da patrocinadora do Fluminense, o srº Celso Barros, apoiou o atual presidente do Clube. As notícias que nos chegam de pessoas próximas dele é que sua relação com o presidente do Fluminense não é das melhores e se deteriorou muito. Será que o srº Celso Barros se arrependeu da opção política que fez na última eleição?
JULIO BUENO: O presidente Celso Barros é um grande tricolor. É um grande tricolor! A minha discordância com o presidente Celso Barros, presidente da Unimed, uma empresa tão importante, nunca foi pessoal. Nós tínhamos uma discordância, temos talvez, quanto ao modelo de patrocínio. Eu reconheço que a Unimed tem sido extremamente importante para o Fluminense. Extremamente importante para o Fluminense. O presidente Celso Barros, nós estamos sempre abertos para uma discussão com ele. Porque ele certamente pode representar a redenção do Fluminense.

Julio Bueno explica os fatores negativos  que impediram sua vitória


Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: Quais são os fatores que você acredita que fizeram com que não conquistasse a vitória nas eleições de 2010?
JULIO BUENO: Bom, eu tenho dito que foram três ou quatro razões. A primeira razão foi um certo projeto de poder do nosso lado. Na articulação política com os grupos políticos do Fluminense, nós sempre deixamos claro que ninguém estava convidado para nada. Isso fazia toda a diferença. A filha de um vira alguma coisa lá. A filha do outro vira alguma coisa. O outro ganha cinquenta mil. Então, conversamos com todos. Mas a nossa conversa, era dizer assim, “vocês não serão utilizados. Nós vamos usar só profissionais”. Esse foi o motivo mais importante. Que gerou de novo um prato de comida. E do nosso jeito não. A gente achava que valia a tese, o Clube, a História, a Tradição. De novo, nós não queríamos nos servir do Fluminense. Então, esse é o primeiro motivo. O segundo motivo foi um ano que é campeão brasileiro. O Fluminense foi campeão brasileiro e a gente teve a coragem e a audácia de discordar do modelo. Discordar do modelo foi uma coisa importante. E as pessoas sabem que o Fluminense depende da Unimed. O Fluminense depende absolutamente da Unimed hoje. Então, a minha discordância é sempre na tese, nunca pessoal, com o presidente Celso Barros, levou o temor aos associados e as pessoas que gostam de futebol. O terceiro motivo também é importante. Foi o apoio com um certo desgaste da direção do Fluminense. Eu fui um candidato apoiado pelo presidente Horcades, que vinha de duas gestões. E isso gerou um certo desgaste. E quarto, talvez o menos importante, mas importante a gente dizer, foi a quantidade de recursos colocados na campanha. Nós fizemos uma campanha importante, mas sem dúvida sem ter o tamanho de recursos que houve colocado na campanha. Claro, vale como acabei de me referir, vale 400, 500 milhões de dólares uma eleição no Fluminense. Não é brincadeira de criança. Isso é coisa de gente grande. Não é uma coisa também da teoria, da tese, do conceito. É uma questão pragmática. De novo do prato de comida.


Julio Bueno acredita que pode fazer uma conversa boa com o presidente da Unimed


Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”: Você foi candidato pela primeira vez e obteve 831 votos na eleição de 2010 sendo apoiado pelo presidente em exercício naquele momento. Portanto, os números lhe credenciam como força exponencial na política tricolor. De que forma será a sua participação na política tricolor futuramente? Poderá ser candidato novamente?

JULIO BUENO: A gente tem a responsabilidade de liderar 831 votos no Fluminense. Que é uma coisa relevante, importante. Esse é o primeiro ponto. Somos todos elegíveis. O nosso grupo político tem pessoas muito relevantes e importantes dentro do Fluminense. Tem várias pessoas com condições de serem candidatas. E a candidatura tem que acrescentar. Ela tem que ser de um grupo. E a gente tem um grupo no Fluminense que não tem nome. Porque eu não gosto disso mais. Aliás, eu acho que isso é um problema do Fluminense. Por exemplo, Ricardo Tenório, que foi vice. Ricardo tem todas condições de ser candidato. A Luciana, as mulheres estão na moda no Brasil. Por que não a Luciana de Farias? Que é advogada trabalhista, com um vasto currículo. O Marcos Furtado que tem uma enorme história no Fluminense. Todos esses poderiam ser. Eu mesmo. Porque não? Somos todos elegíveis! Temos que conversar. Acho que uma conversa boa que a gente pode fazer é com o presidente da Unimed. Para entender se ele está feliz com o atual presidente.

sábado, 25 de agosto de 2012

RIO CAPITAL DO ESPORTE


No sábado, dia 18 de agosto, saiu uma nota interessante sobre esportes na coluna “Negócios & Cia” do jornal O Globo. A nota é intitulada “Capital do Esporte”. Veja a nota na íntegra:


O Rio tem 0,71% do total de empregos da capital ligados a esportes. Está acima da média das capitais do país, de 0,41%. No estado, a taxa é de 0,58%, contra 0,32%de média nacional. O estudo da Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico avaliou dados do Ministério do Trabalho e IBGE. Será anunciado segunda, na Alerj.



Na condição de estudioso em gestão e marketing esportivo me empenhei para conseguir alguns números que fizeram parte da apresentação do Secretário Julio Bueno. Os números fazem parte de um estudo do “Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico do Estado do Rio – Economia Criativa”.

Economia Criativa pode ser definida como: 

“os ciclos de criação, produção e distribuição de bens e serviços que usam criatividade e capital intelectual como insumos primários”.

Estabeleceu-se que a cadeia da indústria criativa é composta por três grandes áreas:

1.     Núcleo Criativo – Atividades que tem a criatividade como parte principal do processo produtivo.
2.     Atividades relacionadas – Segmentos de provisão direta de bens e serviços ao núcleo.
3.     Apoio – Atividades que englobam provisão de bens e serviços de forma indireta.


Setores

Setores que mais empregam no Rio de Janeiro:

Arquitetura – 514.023
Moda – 193. 540
Design – 50.472
Software e Tecnologia – 42.635
Mercado editorial – 40.759
Televisão – 22.991
Filme e vídeo – 14.117


O Rio de Janeiro, por sua história de destaque na história do Brasil tem claras potencialidades para a maioria das atividades núcleo da economia criativa.
As seguintes atividades incluídas no conceito de economia criativa têm significativa potencialidade no Rio.

– Edição de jornais, livros e outros produtos gráficos;
– Consultoria em Tecnologia da Informação;
– Telecomunicações;
– Pesquisas e ensaios técnicos;
– Setor de seguros.



Também possuem significativa presença no Rio as seguintes atividades vinculadas à economia do conhecimento, turismo, entretenimento e esporte:

– Bibliotecas e arquivos;
– Hotéis;
– Bares e restaurantes;
– Parques de diversão e temáticos;
– Cinema, vídeo e televisão, gravação e edição de música;
– Artes cênicas, espetáculos e atividades complementares;
– Esportes.


No Estado do Rio de Janeiro, cerca de 85% do emprego formal no Setor de Esporte se concentra em clubes sociais/esportivos e academias. 
Distribuição do emprego do Setor Esporte no Estado do RJ (2010)

Clubes sociais, esportivos e similares – 46.6%
Atividades de condicionamento físico – 38,1%
Atividades físicas não especificadas anteriormente – 12,6%
Ensino de esportes – 2,4%
Gestão de instalações de esportes – 0,2%


Participação (%) do emprego no Setor Esporte sobre o total de emprego nas capitais mais representativas do Setor (2010).

Rio de Janeiro – 0,71%
Porto Alegre – 0,56%
Curitiba – 0,50%
Belo Horizonte – 0,44%
Brasília – 0,44%
São Paulo – 0,42%
Salvador – 0,30%
Média das 26 capitais e DF – 0,41%



Concentração do emprego no Setor Esporte nas Unidades da Federação mais representativas do Setor (2010).

Rio de Janeiro – 0,58%
Distrito Federal – 0,44%
São Paulo – 0,38%
Minas Gerais – 0,36%
Paraná – 0,32%
Rio Grande do Sul – 0,31%
Santa Catarina – 0,20%
Brasil – 0,32%



A Lei 12.485 obriga os canais de filmes, séries e documentários a dedicar 3 horas e 30 minutos semanais à veiculação de conteúdos audiovisuais brasileiros, sendo que pelo menos metade deverá ser produzido por produtora brasileira independente.
Esta iniciativa abre um novo nicho de mercado para as produtoras brasileiras.
A ANCINE estima em R$ 400 milhões anuais de recursos extras para o setor de produção audiovisual.
      


FÉLIX NOSSO ETERNO GOLEIRO TRICOLOR


A perda de FÉLIX MIELE VENERANDO para nós tricolores é equivalente a perda de um familiar. FÉLIX sempre foi da nossa família. FÉLIX sempre foi da família tricolor. FÉLIX é um dos grandes nomes da história gloriosa do inigualável FLUMINENSE FOOTBALL CLUB. FÉLIX está muito bem escrito entre “OS DEZ MAIS DO FLUMINENSE”. 


Quando eu ainda usava chupetas, lá estava o FÉLIX envergando o nosso querido manto tricolor. Quando larguei as chupetas e comecei a comprar as minhas primeiras figurinhas, lá estava o FÉLIX com a “CAMISA NÚMERO 1 DO FLUMINENSE”. Quando larguei as figurinhas e comecei a jogar futebol de botão lá estava o FÉLIX no meu time titular. Quando larguei o futebol de botão e comecei a frequentar o MARACANÃ – minha segunda casa – lá estava o FÉLIX vestindo a camisa do Fluminense. 


FÉLIX é realmente uma lenda para várias gerações de tricolores, que tiveram o prazer, a honra e a glória de vê-lo jogar no time de Álvaro Chaves. E saborear inúmeros títulos com o nosso querido “PAPEL” no gol tricolor. FÉLIX era um goleiro que crescia muito nas partidas decisivas, nos jogos importantes. 


Não esqueço jamais um defesa que fez na decisão de 1971 num chute de Paulo César Caju aos 34 minutos do segundo tempo. E o empate era do Botafogo. A falta foi cobrada magistralmente, mas FÉLIX fez uma ponte maravilhosa espalmando com extrema beleza para escanteio. Neste mesmo jogo, desde os 30 minutos do segundo tempo, FÉLIX que era um dos mais experientes do time tricolor, vinha cantando o jogo para o time tricolor. FÉLIX vinha procurando manter a calma dos companheiros para que não se afobassem, pois só assim o gol sairia. FÉLIX sempre acreditou que o gol sairia. E o gol da redenção saiu aos 43 minutos do segundo tempo. O gol heróico de LULA! 

Renê Santana, Eduardo Coelho e Félix


E todos os companheiros de time, lembram da importância de FÉLIX nos momentos finais daquela partida histórica. No final do jogo: FLUMINENSE CAMPEÃO.
Tive o prazer de conhecer FÉLIX pessoalmente no Cinefoot em 2010. O encontro ocorreu no Cine Artplex em Botafogo. Na ocasião FÉLIX foi o homenageado. E lá fui eu com a camisa do Fluminense para prestigiá-lo. Para minha grata surpresa lá estava RENÊ SANTANA filho do grande TELÊ. Em 1969, TELÊ foi o treinador de FÉLIX no inesquecível título de campeão carioca conquistado pelo Fluminense. Ainda tive o prazer de encontrar o amigo e companheiro VALTERSON BOTELHO, que faz um trabalho maravilhoso filmando e entrevistando (de forma abnegada) vários ídolos do Fluminense.


Nosso encontro foi fantástico. Eu, Renê, Valterson e FÉLIX. Falávamos muito sobre o Fluminense, sobre Telê, sobre o time de 1969 e sobre futebol em geral. Foi um momento inesquecível. E o FÉLIX era uma simpatia só. Quando foi chamado para discursar antes da exibição dos filmes, fez questão de exaltar seu amor pelo Fluminense.


Ainda no ano de 2010, tive outra oportunidade de estar com FÉLIX. Foi na ocasião da festa dos “40 ANOS DO CAMPEONATO BRASILEIRO de 1970”, organizada pelo tricolor Julio Bueno. Como estava proibido de entrar na sede do Fluminense, arrumei um jeito de encontrar-me com os jogadores do time de 1970. Eu não perderia um encontro com eles por nada desse mundo.


No encontro com FÉLIX eu estava com a camisa do CASTILHO, que era uma forma de homenagear todos os grandes goleiros do Fluminense, posição que historicamente nosso clube ficou famoso por possuir grandes jogadores, incluindo o “PAPEL”. FÉLIX ficou feliz ao ver que eu vestia a camisa de goleiro do CASTILHO. FÉLIX estava muito feliz no encontro e principalmente em poder reencontrar vários de seus amigos da conquista do título de campeão brasileiro de 1970. 

Eduardo Coelho e Félix


Porém, na última sexta-feira, dia 24/08, nós tricolores tivemos a notícia de que FÉLIX não resistiu a complicações de saúde e veio a falecer. Triste! Muito triste! O clima entre os tricolores (pelo menos para os que viram FÉLIX jogar) era de extrema tristeza. Entretanto, “FÉLIX SEMPRE ESTARÁ NO CORAÇÃO DOS TRICOLORES”.

Crise na "SITUAÇÃO" do Flu

No dia 23 de agosto, quinta-feira, saiu uma nota sobre o Fluminense na coluna DE PRIMA do jornal LANCE! A nota é intitulada “Indicação de vice de finanças é questionada no Fluminense”. Veja a nota na íntegra:

Pelo menos um grupo político do Fluminense se opõe à indicação de Bruno Curi para a vice-presidência financeira. Em reunião do Conselho Deliberativo neste ano, Curi defendeu os salários pagos no clube, argumentando com o faturamento. A declaração irritou os conselheiros mais conservadores. Nem o vice de finanças nem o de administração foram homologados ainda pelo Deliberativo.