Na noite de ontem foi o lançamento do livro “TORCIDA DO FLUMINENSE – A MELHOR E MAIS BONITA TORCIDA DO MUNDO”. O livro é uma idealização de Heitor D’Alincourt, com fotografias de Carlos Ivan Miranda. E ainda conta com o projeto gráfico e diagramação de Christiane Baroncini e André Castro. O lançamento foi na Wiskeria Tom Jobim, na sede do Fluminense.
O livro é simplesmente extraordinário! Belíssimo! Apesar de tomar conhecimento de uma promoção em que se pagava o livro por um preço menor, antes do lançamento, deixei para comprá-lo no dia de ontem, por respeitar “certos rituais” de um leitor assíduo. Creio que o livro deve ser comprado, “no calor da luta”, ali no dia do lançamento “diante dos autores”. Até para que eles possam dar aquela caprichada na “eterna dedicatória”.
O clima da noite, apesar do forte calor que faz no Rio, estava muito agradável. Muitos tricolores da nossa fantástica torcida estavam presentes. Muitos dos quais, os verdadeiros responsáveis por aquelas imagens maravilhosas, que foram magistralmente captadas pela sensibilidade e pelas lentes fotográficas do grande Carlos Ivan.
Durante toda noite, eram exibidas num telão, imagens de nossa torcida. O autor das mais belas imagens da torcida do Fluminense, que eram exibidas, é o incrível Edu Rocha.
O lançamento também foi prestigiado por alguns membros de grupos políticos do Fluminense. O nosso goleiro RICARDO BERNA também apareceu por lá. E num determinado momento contou com a presença do presidente do Fluminense. O presidente do Fluminense foi gentil e tirou algumas fotos com torcedores tricolores. Tranquilo, o presidente do Fluminense “parecia um poeta”.
O livro é maravilhoso! Dá total razão aquela frase que diz que “uma imagem vale mais do que mil palavras”. E foi muito valiosa a homenagem ao sr° Armando Giesta, Presidente de Honra da Torcida Young Flu. O “Seu Armando” como é carinhosamente conhecido está na arquibancada torcendo pelo Fluminense desde 1934. Parabéns Heitor! Parabéns Ivan! Parabéns Christiane! Parabéns André! Recomendo o livro!
Saudações Tricolores
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Os leigos e os conhecedores das matérias
E existe ainda um ponto muito importante a ser levantado sobre a última análise do grupo Flusócio, em seu artigo “A reunião do Conselho de 26/01/10”. No texto do “maior grupo de oposição” do Fluminense, a Flusócio, diz que: “POR SORTE, A FLUSÓCIO CONTA DENTRO DE SEUS QUADROS COM PESSOAS CONHECEDORAS DA MATÉRIA QUE PUDERAM FAZER UMA ANÁLISE COMPLETA DO ORÇAMENTO E QUE APRESENTARAM OS MOTIVOS PELOS QUAIS O ORÇAMENTO DEVERIA SER REJEITADO”.
Correto! Esplêndido!Maravilhoso! Então, cabe aqui fazermos algumas reflexões para o grupo Flusócio, “o maior grupo de oposição” do Fluminense. Como “contam dentro de seus quadros com pessoas conhecedoras da matéria que puderam fazer uma análise completa do orçamento”, porque estas pessoas não compareceram na reunião do Conselho para informar os conselheiros do que estariam aprovando??? Não seria mais correto, socializar a informação??? Não seria este o caso de “sonegar” informação para “depois sentar no trono” dos “conhecedores da matéria”??? Não se preocuparam com a Instituição Fluminense??? Não sabiam que poderiam ajudar??? E o lema “O FLUMINENSE SOMOS TODOS NÓS”, onde fica nesta hora??? Se o Conselho Deliberativo do Fluminense é formado em sua grande maioria por pessoas que pouco ou nada conhecem (“os leigos”) de orçamentos e contabilidade, não seria o caso de enviar os “doutos conhecedores da matéria” integrantes do valoroso e brioso grupo Flusócio, “o maior grupo de oposição” do Fluminense??? Já que a Flusócio “vem a público destrinchar o que acontece dentro do Fluminense, analisar as causas e discutir as possíveis consequências destes atos” e é “a única corrente política que se presta a este trabalho”, não poderiam ter enviado os seus quadros “doutos conhecedores da matéria” para colaborar com o Conselho Deliberativo???
Curiosamente, na reunião do Conselho Deliberativo que aprovaria ou não, o nome de Ricardo Tenório para a vice-presidência de Futebol, todos nós tivemos a possibilidade de contarmos com a agradável companhia de vários ativistas da Flusócio, “o maior grupo de oposição” do Fluminense. Infelizmente, na reunião de discussão e votação do Orçamento de 2010, “NINGUÉM APARECEU” do grupo Flusócio. Com exceção do brilhante conselheiro Fernando Augusto de Simone. Mas compreendemos perfeitamente. Até porque todo mundo tem direito de tirar férias, ter problemas pessoais ou de “se sentir entediado” com as reuniões do Conselho Deliberativo. E como já foi dito por aí, “ninguém é pago” para ser conselheiro do Fluminense (ou ativista). Mas, essa afirmação abre caminho apenas para algumas outras reflexões: “Se fossem pagos, apareceriam??? E as questões ideológicas e de princípios??? Seriam dimensionadas por algum tipo de pagamento??? E o ativismo na política tricolor??? Fica restrito a utilização de computadores???
Vale como sugestão, apenas, que se faça uma pequena reflexão sobre o que é um Clube como o Fluminense. O Fluminense não é uma empresa! O Fluminense é um Clube “centenário” que possui uma história, uma cultura e muitos símbolos. E uma torcida maravilhosa de dimensão nacional com milhões de pessoas. Dentro desta grandiosa história e cultura, o Fluminense foi pioneiro em muitos aspectos. E um destes aspectos foi à criação do Conselho Deliberativo do Fluminense. Criado durante a gestão de nosso “PATRONO”, o presidente ARNALDO GUINLE, o Conselho Deliberativo do Fluminense foi o primeiro em clube esportivo do Brasil.
Se fizéssemos uma comparação do Fluminense com o Brasil, o Conselho Deliberativo está para o nosso Clube, como a Câmara dos Deputados está para o nosso país. De fato, sabemos que, tanto o nosso Conselho Deliberativo como a Câmara dos Deputados do Brasil, apresentam incongruências das mais diversas e complexas. Porém, se a Câmara dos Deputados dentro de sua heterogênea representatividade demonstra o que é o nosso maravilhoso Brasil, o nosso Conselho Deliberativo também evidencia a totalidade de nosso quadro social. O Conselho Deliberativo do Fluminense é o Poder Soberano, órgão da manifestação coletiva dos sócios.
Entretanto, ambas as instituições devem ser preservadas e respeitadas dentro de suas prerrogativas estatutárias e constitucionais. São instituições legislativas que possuem a finalidade de apreciar matérias e formular discussões. Trabalhar para prestigiar o Conselho Deliberativo de nosso Clube é fortalecer e engrandecer o Fluminense. Ao contrário, de quem tenta depreciá-lo!
Mesmo diante de suas idiosincrasias, o Conselho Deliberativo precisa de tricolores que se empenhem em fortalecê-lo cada vez mais. Sejam ou não conselheiros! Um Conselho Deliberativo cada vez mais forte, plural e democrático significa um Fluminense cada vez mais soberano e poderoso. Fragilizar o Conselho Deliberativo, como a Câmara dos Deputados, é preparar o terreno para os golpistas. É facilitar o caminho dos ditadores! E imagino que, não seja este o caminho que o Fluminense deseja e pretende tomar. O Brasil, com o custo de muita luta, de algumas vidas e de anos de sacrifício se livrou deste “infame caminho de trevas”.
É maravilhoso observar que um deputado (ou um conselheiro) possa se expressar livre e democraticamente, fazendo-se representar a totalidade de seu eleitorado. Seja com suas falhas ou talentos. Foi se o tempo que, em nosso país, setores reacionários só admitiam lideranças políticas, apenas dos “doutos conhecedores da matéria”. O Brasil mudou! O mundo mudou! E o Fluminense mudará!
Mudará com “os leigos”, com os ex-Vaguardistas, com o presidente Horcades e o presidente eleito em novembro de 2010, com o Esporte Olímpico, com o Pavilhão Tricolor, com a turma da Sauna, com o Ideal Tricolor, com a turma da Piscina, com a turma do Bar do Tênis, com a Tricolor de Coração, com as Torcidas Organizadas, com os sócios “não-tricolores”, com a turma de Xerém, com os funcionários do Clube, com todos os nossos atletas, com a maravilhosa Torcida do Fluminense, com os conselheiros eleitos e natos, com a Flusócio e com todos os “doutos conhecedores das matérias”. Afinal, “O FLUMINENSE SOMOS TODOS NÓS”.
Saudações Tricolores
Correto! Esplêndido!Maravilhoso! Então, cabe aqui fazermos algumas reflexões para o grupo Flusócio, “o maior grupo de oposição” do Fluminense. Como “contam dentro de seus quadros com pessoas conhecedoras da matéria que puderam fazer uma análise completa do orçamento”, porque estas pessoas não compareceram na reunião do Conselho para informar os conselheiros do que estariam aprovando??? Não seria mais correto, socializar a informação??? Não seria este o caso de “sonegar” informação para “depois sentar no trono” dos “conhecedores da matéria”??? Não se preocuparam com a Instituição Fluminense??? Não sabiam que poderiam ajudar??? E o lema “O FLUMINENSE SOMOS TODOS NÓS”, onde fica nesta hora??? Se o Conselho Deliberativo do Fluminense é formado em sua grande maioria por pessoas que pouco ou nada conhecem (“os leigos”) de orçamentos e contabilidade, não seria o caso de enviar os “doutos conhecedores da matéria” integrantes do valoroso e brioso grupo Flusócio, “o maior grupo de oposição” do Fluminense??? Já que a Flusócio “vem a público destrinchar o que acontece dentro do Fluminense, analisar as causas e discutir as possíveis consequências destes atos” e é “a única corrente política que se presta a este trabalho”, não poderiam ter enviado os seus quadros “doutos conhecedores da matéria” para colaborar com o Conselho Deliberativo???
Curiosamente, na reunião do Conselho Deliberativo que aprovaria ou não, o nome de Ricardo Tenório para a vice-presidência de Futebol, todos nós tivemos a possibilidade de contarmos com a agradável companhia de vários ativistas da Flusócio, “o maior grupo de oposição” do Fluminense. Infelizmente, na reunião de discussão e votação do Orçamento de 2010, “NINGUÉM APARECEU” do grupo Flusócio. Com exceção do brilhante conselheiro Fernando Augusto de Simone. Mas compreendemos perfeitamente. Até porque todo mundo tem direito de tirar férias, ter problemas pessoais ou de “se sentir entediado” com as reuniões do Conselho Deliberativo. E como já foi dito por aí, “ninguém é pago” para ser conselheiro do Fluminense (ou ativista). Mas, essa afirmação abre caminho apenas para algumas outras reflexões: “Se fossem pagos, apareceriam??? E as questões ideológicas e de princípios??? Seriam dimensionadas por algum tipo de pagamento??? E o ativismo na política tricolor??? Fica restrito a utilização de computadores???
Vale como sugestão, apenas, que se faça uma pequena reflexão sobre o que é um Clube como o Fluminense. O Fluminense não é uma empresa! O Fluminense é um Clube “centenário” que possui uma história, uma cultura e muitos símbolos. E uma torcida maravilhosa de dimensão nacional com milhões de pessoas. Dentro desta grandiosa história e cultura, o Fluminense foi pioneiro em muitos aspectos. E um destes aspectos foi à criação do Conselho Deliberativo do Fluminense. Criado durante a gestão de nosso “PATRONO”, o presidente ARNALDO GUINLE, o Conselho Deliberativo do Fluminense foi o primeiro em clube esportivo do Brasil.
Se fizéssemos uma comparação do Fluminense com o Brasil, o Conselho Deliberativo está para o nosso Clube, como a Câmara dos Deputados está para o nosso país. De fato, sabemos que, tanto o nosso Conselho Deliberativo como a Câmara dos Deputados do Brasil, apresentam incongruências das mais diversas e complexas. Porém, se a Câmara dos Deputados dentro de sua heterogênea representatividade demonstra o que é o nosso maravilhoso Brasil, o nosso Conselho Deliberativo também evidencia a totalidade de nosso quadro social. O Conselho Deliberativo do Fluminense é o Poder Soberano, órgão da manifestação coletiva dos sócios.
Entretanto, ambas as instituições devem ser preservadas e respeitadas dentro de suas prerrogativas estatutárias e constitucionais. São instituições legislativas que possuem a finalidade de apreciar matérias e formular discussões. Trabalhar para prestigiar o Conselho Deliberativo de nosso Clube é fortalecer e engrandecer o Fluminense. Ao contrário, de quem tenta depreciá-lo!
Mesmo diante de suas idiosincrasias, o Conselho Deliberativo precisa de tricolores que se empenhem em fortalecê-lo cada vez mais. Sejam ou não conselheiros! Um Conselho Deliberativo cada vez mais forte, plural e democrático significa um Fluminense cada vez mais soberano e poderoso. Fragilizar o Conselho Deliberativo, como a Câmara dos Deputados, é preparar o terreno para os golpistas. É facilitar o caminho dos ditadores! E imagino que, não seja este o caminho que o Fluminense deseja e pretende tomar. O Brasil, com o custo de muita luta, de algumas vidas e de anos de sacrifício se livrou deste “infame caminho de trevas”.
É maravilhoso observar que um deputado (ou um conselheiro) possa se expressar livre e democraticamente, fazendo-se representar a totalidade de seu eleitorado. Seja com suas falhas ou talentos. Foi se o tempo que, em nosso país, setores reacionários só admitiam lideranças políticas, apenas dos “doutos conhecedores da matéria”. O Brasil mudou! O mundo mudou! E o Fluminense mudará!
Mudará com “os leigos”, com os ex-Vaguardistas, com o presidente Horcades e o presidente eleito em novembro de 2010, com o Esporte Olímpico, com o Pavilhão Tricolor, com a turma da Sauna, com o Ideal Tricolor, com a turma da Piscina, com a turma do Bar do Tênis, com a Tricolor de Coração, com as Torcidas Organizadas, com os sócios “não-tricolores”, com a turma de Xerém, com os funcionários do Clube, com todos os nossos atletas, com a maravilhosa Torcida do Fluminense, com os conselheiros eleitos e natos, com a Flusócio e com todos os “doutos conhecedores das matérias”. Afinal, “O FLUMINENSE SOMOS TODOS NÓS”.
Saudações Tricolores
Prioridades revistas
Compreendendo perfeitamente que, “O FLUMINENSE SOMOS TODOS NÓS”, analisava o brilhante texto do grupo Flusócio, “o maior grupo de oposição” do Fluminense, sobre “A reunião do Conselho Deliberativo de 26/01/10”. Porém, faz-se necessário algumas observações.
É bom que se lembre que, dos “51 (cinquenta e um) conselheiros (será uma "boa idéia"?) que se ausentaram no meio da reunião e não votaram” um deles é o admirável conselheiro Claudio Maes, que teve que sair por motivos pessoais, o que é plenamente compreensível. Porém, “NÃO ELIMINA O FATO DA AUSÊNCIA”. Como também é plenamente compreensível, o conselheiro Alexandre Vasconcellos “NÃO TER COMPARECIDO”, por estar gozando merecidas férias nos EUA. Logicamente, que o nosso brilhante conselheiro Alexandre Vasconcellos como todo trabalhador e cidadão brasileiro tem seu direito a férias. E por mais que saibamos que “o Fluminense está acima de tudo” para nós, imagina-se que uma viagem de férias aos EUA deve ter sido algo sonhado e planejado.
Contudo, afirmar que: “A Flusócio conforme havia informado no seu post no dia 26/01 votou contra o orçamento de 2010”??? NÃO!!! A Flusócio “NÃO VOTOU CONTRA O ORÇAMENTO!!! A Flusócio tem três conselheiros e não apenas “UM”. Devemos ressaltar, sim, o Flusócio FERNANDO AUGUSTO DE SIMONE que participou da reunião, como deve fazer todo conselheiro, “E VOTOU”.
Portanto, o Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”, parabeniza o Flusócio Fernando Simone por cumprir o seu dever, observando-se que a presença dos conselheiros nas reuniões é “OBRIGATÓRIA”. Evidentemente, qualquer um que leia o Estatuto do Fluminense, sabe que "ninguém é pago para ser conselheiro do Fluminense". E sabe-se melhor ainda que, "ninguém está fazendo favor algum em ser conselheiro do Fluminense". E os conselheiros devem cumprir com suas obrigações. Compreendemos os motivos perfeitamente dos faltosos e ausentes. Todavia, o motivo da falta, não elimina “O FATO”. O fato é a falta! E falta é falta! Com ou sem justificativa!
E aceitar as justificativas é um caso que depende do ponto de vista. Geralmente, as pessoas compreendem melhor “os motivos dos amigos”. E não devemos enveredar naquela história dos “AMIGOS DOS AMIGOS”. Pois, é nesta hora que percebemos a “tendência natural” dos seres humanos de “protegerem os seus amigos”. E todos os seres humanos possuem os “seus amigos”. Mas, como diria o filósofo francês Jean-Paul Sartre: “O inferno são os outros”. Pois, segundo Sartre: “Embora sejam eles (os outros) que impossibilitem a concretização de meus projetos, colocando-se sempre no meu caminho, não posso evitar sua convivência”.
Entendam bem que, aqui não se está criticando os que faltaram. Apenas informando sobre os conselheiros Flusócios que faltaram ou se ausentaram. Ao contrário do que afirmou “um ativista proeminente do grupo”, que afirmou no blog do grupo que, “OS TRÊS CONSELHEIROS DA FLUSÓCIO VOTARAM CONTRA O ORÇAMENTO. O que de fato, “NÃO OCORREU”.
Confiando como sempre, na ética e princípios do “maior grupo de oposição” do Fluminense, só cabe sugerir, “um pouco mais de atenção” com o que se escreve. Já que todos nós sabemos que, “o blog da Flusócio é o veículo mais importante do Fluminense hoje em dia". E que, “graças a Deus o Fluminense tem o blog da Flusócio”. E, “sem dúvida ele é o poder de transformação do Clube”. Pois, caso contrário, podem circular por aí entre a nossa imensa torcida ávida por informações, “FATOS INEXISTENTES”. E que não condizem com a realidade! Ter três conselheiros e apenas um ter votado, não dá o direito de ninguém sair por aí dizendo que “OS TRÊS VOTARAM”.
De toda forma, deve ter sido apenas um “excesso de empolgação” do “ativista proeminente do grupo Flusócio” que descreveu que “OS TRÊS VOTARAM”. E uma pequenina falha dos 15 (quinze) moderadores do blog que não corrigiram em tempo. Mas, no intuito de colaborar, o grande tricolor Leonardo Bagno veio apenas dar a oportunidade da Flusócio de se manifestar para, que depois possa tirar suas conclusões. E que bom que o grande tricolor Leonardo Bagno participou do debate pela internet. Pois, desta maneira o blog da Flusócio, muito corretamente, declarou o motivo das “ausências” dos seus “DOIS” conselheiros que “NÃO VOTARAM CONTRA O ORÇAMENTO”.
Pode até ser que a Flusócio esteja certa e a solução para o Fluminense não seja política. Porém, “desde que o homem vivia nas cavernas” ainda não inventaram outro jeito de se equacionar situações em que existam diferentes pontos de vista. Desde a “Idade da Pedra Lascada” (Paleolítico) que o homem “faz política”. Naquela época, a “técnica” (armas de pedras, fogo, utensílios, roupas de peles de animais e etc.) surgiu da necessidade do homem se defender de grupos rivais na luta por sua sobrevivência. Mas, “a formação dos grupos”, “as estratégias dos grupos” eram a comprovação da importância da “organização política” que sempre antecedeu a questão da “técnica”. E analisando a política através dos tempos, que se transforma em história, observamos que, sempre a “técnica” estará a serviço da política. E não o inverso! Querer estabelecer um discurso contrário a isto é o mesmo que querer “reinventar a roda”. Entretanto, para alguns que pretendem “REFUNDAR” o Fluminense, tentar “reinventar a roda” também não deve ser impossível.
Sem dúvida alguma, “um Conselho Deliberativo formado por pessoas progressistas, vigilantes e dispostas a trabalhar pelas reformas que o Clube tanto precisa” é o ideal. E não tem como não estar de acordo. Porém, a “Ciência Política” nos ensina que sempre existiu uma diferença entre o “ideal” e o “real”. Entretanto, devemos sempre perseguir o “ideal”. Mas, para isso é preciso agir mais. E de preferência, interagir mais com o Clube.
É correto a Flusócio, através de seu blog, afirmar que “também são a única corrente (política) do Clube a dar publicidade aos fatos que acontecem dentro do Conselho Deliberativo”. Contudo, não é o único blog!!! Existem formas e maneiras peculiares de participação política de acordo com o momento.
O “maior grupo de oposição” do Fluminense, a valorosa Flusócio, sabe muito bem que, nem todos que estão na política do Fluminense “fazem politicagem”. Portanto, fica deselegante com “os outros pares da política tricolor”, figuras proeminentes do grupo Flusócio afirmando que: “É importante ressaltar que a nossa análise será sempre tecnicista, deixando a ‘POLITICAGEM’ de lado”. Sabe-se que não é a intenção do ativista, muito menos do grupo, mas fica parecendo que, com exceção da Flusócio “todos na política tricolor fazem politicagem”.
Realmente, “está mais do que na hora de se eleger um Conselho Deliberativo mais ativo e interessado”. Mas, é preciso que se demonstre no “mundo real” esta atitude e interesse. Até porque, entre muitos leitores de blogs tricolores já existem pessoas clamando por “uma briosa atuação que não se limite aos textos de blogs. E que algumas prioridades sejam revistas”.
Saudações Tricolores
É bom que se lembre que, dos “51 (cinquenta e um) conselheiros (será uma "boa idéia"?) que se ausentaram no meio da reunião e não votaram” um deles é o admirável conselheiro Claudio Maes, que teve que sair por motivos pessoais, o que é plenamente compreensível. Porém, “NÃO ELIMINA O FATO DA AUSÊNCIA”. Como também é plenamente compreensível, o conselheiro Alexandre Vasconcellos “NÃO TER COMPARECIDO”, por estar gozando merecidas férias nos EUA. Logicamente, que o nosso brilhante conselheiro Alexandre Vasconcellos como todo trabalhador e cidadão brasileiro tem seu direito a férias. E por mais que saibamos que “o Fluminense está acima de tudo” para nós, imagina-se que uma viagem de férias aos EUA deve ter sido algo sonhado e planejado.
Contudo, afirmar que: “A Flusócio conforme havia informado no seu post no dia 26/01 votou contra o orçamento de 2010”??? NÃO!!! A Flusócio “NÃO VOTOU CONTRA O ORÇAMENTO!!! A Flusócio tem três conselheiros e não apenas “UM”. Devemos ressaltar, sim, o Flusócio FERNANDO AUGUSTO DE SIMONE que participou da reunião, como deve fazer todo conselheiro, “E VOTOU”.
Portanto, o Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”, parabeniza o Flusócio Fernando Simone por cumprir o seu dever, observando-se que a presença dos conselheiros nas reuniões é “OBRIGATÓRIA”. Evidentemente, qualquer um que leia o Estatuto do Fluminense, sabe que "ninguém é pago para ser conselheiro do Fluminense". E sabe-se melhor ainda que, "ninguém está fazendo favor algum em ser conselheiro do Fluminense". E os conselheiros devem cumprir com suas obrigações. Compreendemos os motivos perfeitamente dos faltosos e ausentes. Todavia, o motivo da falta, não elimina “O FATO”. O fato é a falta! E falta é falta! Com ou sem justificativa!
E aceitar as justificativas é um caso que depende do ponto de vista. Geralmente, as pessoas compreendem melhor “os motivos dos amigos”. E não devemos enveredar naquela história dos “AMIGOS DOS AMIGOS”. Pois, é nesta hora que percebemos a “tendência natural” dos seres humanos de “protegerem os seus amigos”. E todos os seres humanos possuem os “seus amigos”. Mas, como diria o filósofo francês Jean-Paul Sartre: “O inferno são os outros”. Pois, segundo Sartre: “Embora sejam eles (os outros) que impossibilitem a concretização de meus projetos, colocando-se sempre no meu caminho, não posso evitar sua convivência”.
Entendam bem que, aqui não se está criticando os que faltaram. Apenas informando sobre os conselheiros Flusócios que faltaram ou se ausentaram. Ao contrário do que afirmou “um ativista proeminente do grupo”, que afirmou no blog do grupo que, “OS TRÊS CONSELHEIROS DA FLUSÓCIO VOTARAM CONTRA O ORÇAMENTO. O que de fato, “NÃO OCORREU”.
Confiando como sempre, na ética e princípios do “maior grupo de oposição” do Fluminense, só cabe sugerir, “um pouco mais de atenção” com o que se escreve. Já que todos nós sabemos que, “o blog da Flusócio é o veículo mais importante do Fluminense hoje em dia". E que, “graças a Deus o Fluminense tem o blog da Flusócio”. E, “sem dúvida ele é o poder de transformação do Clube”. Pois, caso contrário, podem circular por aí entre a nossa imensa torcida ávida por informações, “FATOS INEXISTENTES”. E que não condizem com a realidade! Ter três conselheiros e apenas um ter votado, não dá o direito de ninguém sair por aí dizendo que “OS TRÊS VOTARAM”.
De toda forma, deve ter sido apenas um “excesso de empolgação” do “ativista proeminente do grupo Flusócio” que descreveu que “OS TRÊS VOTARAM”. E uma pequenina falha dos 15 (quinze) moderadores do blog que não corrigiram em tempo. Mas, no intuito de colaborar, o grande tricolor Leonardo Bagno veio apenas dar a oportunidade da Flusócio de se manifestar para, que depois possa tirar suas conclusões. E que bom que o grande tricolor Leonardo Bagno participou do debate pela internet. Pois, desta maneira o blog da Flusócio, muito corretamente, declarou o motivo das “ausências” dos seus “DOIS” conselheiros que “NÃO VOTARAM CONTRA O ORÇAMENTO”.
Pode até ser que a Flusócio esteja certa e a solução para o Fluminense não seja política. Porém, “desde que o homem vivia nas cavernas” ainda não inventaram outro jeito de se equacionar situações em que existam diferentes pontos de vista. Desde a “Idade da Pedra Lascada” (Paleolítico) que o homem “faz política”. Naquela época, a “técnica” (armas de pedras, fogo, utensílios, roupas de peles de animais e etc.) surgiu da necessidade do homem se defender de grupos rivais na luta por sua sobrevivência. Mas, “a formação dos grupos”, “as estratégias dos grupos” eram a comprovação da importância da “organização política” que sempre antecedeu a questão da “técnica”. E analisando a política através dos tempos, que se transforma em história, observamos que, sempre a “técnica” estará a serviço da política. E não o inverso! Querer estabelecer um discurso contrário a isto é o mesmo que querer “reinventar a roda”. Entretanto, para alguns que pretendem “REFUNDAR” o Fluminense, tentar “reinventar a roda” também não deve ser impossível.
Sem dúvida alguma, “um Conselho Deliberativo formado por pessoas progressistas, vigilantes e dispostas a trabalhar pelas reformas que o Clube tanto precisa” é o ideal. E não tem como não estar de acordo. Porém, a “Ciência Política” nos ensina que sempre existiu uma diferença entre o “ideal” e o “real”. Entretanto, devemos sempre perseguir o “ideal”. Mas, para isso é preciso agir mais. E de preferência, interagir mais com o Clube.
É correto a Flusócio, através de seu blog, afirmar que “também são a única corrente (política) do Clube a dar publicidade aos fatos que acontecem dentro do Conselho Deliberativo”. Contudo, não é o único blog!!! Existem formas e maneiras peculiares de participação política de acordo com o momento.
O “maior grupo de oposição” do Fluminense, a valorosa Flusócio, sabe muito bem que, nem todos que estão na política do Fluminense “fazem politicagem”. Portanto, fica deselegante com “os outros pares da política tricolor”, figuras proeminentes do grupo Flusócio afirmando que: “É importante ressaltar que a nossa análise será sempre tecnicista, deixando a ‘POLITICAGEM’ de lado”. Sabe-se que não é a intenção do ativista, muito menos do grupo, mas fica parecendo que, com exceção da Flusócio “todos na política tricolor fazem politicagem”.
Realmente, “está mais do que na hora de se eleger um Conselho Deliberativo mais ativo e interessado”. Mas, é preciso que se demonstre no “mundo real” esta atitude e interesse. Até porque, entre muitos leitores de blogs tricolores já existem pessoas clamando por “uma briosa atuação que não se limite aos textos de blogs. E que algumas prioridades sejam revistas”.
Saudações Tricolores
SÃO CASTILHO
Neste dia 2 de fevereiro, mais precisamente em 1987, perdíamos CARLOS JOSÉ CASTILHO, o “CASTILHO”, goleiro que defendeu o Fluminense Football Club, entre 1947 e 1964. CASTILHO disputou pelo Fluminense 696 jogos. “CASTILHO FOI O JOGADOR QUE DISPUTOU O MAIOR NÚMERO DE PARTIDAS NA GLORIOSA HISTÓRIA DO FLUMINENSE”. CASTILHO disputou 255 partidas das quais saiu de campo sem sofrer gols. O equivalente a 36% dos jogos que disputou.
CASTILHO tornou-se uma legenda no Fluminense e sinônimo da alma tricolor. CASTILHO entrou para a história do Fluminense como um goleiro maravilhoso e que realizava verdadeiros milagres. Possuía muita técnica e coragem, o que é fundamental para os goleiros.
CASTILHO era chamado de “Leiteria” pelos rivais, por sua incrível sorte. Mas, eles esqueciam-se de que, não era sorte, era a sua extremada técnica que fazia com que os adversários encontrem dificuldades em vazá-lo. Para os tricolores, CASTILHO tornou-se o “SÃO CASTILHO” como era carinhosamente chamado. CASTILHO ao longo de sua carreira garantiu muitas vitórias para o Fluminense.
CASTILHO era um profissional extremamente dedicado, procurando estudar as principais características dos atacantes. CASTILHO também se destacou por seu pioneirismo em criar um novo visual para os goleiros. CASTILHO trocou a tradicional camisa preta por uma cinza. CASTILHO dizia que a razão pela troca era “para não dar ponto de referência aos atacantes para os chutes”.
Pelo Fluminense, o “Touro” como CASTILHO era apelidado pelos companheiros, foi campeão carioca de 1951, 1959 e 1964. Campeão Mundial Interclubes (Copa Rio) em 1952. Campeão do Torneio Rio São Paulo em 1957 e 1960.
Pela Seleção Brasileira, CASTILHO foi um dos poucos jogadores da história do futebol que disputou quatro Copas do Mundo. CASTILHO esteve presente defendendo o Brasil nas Copas de 1950, 1954 (como titular), 1958 e 1962. Para Castilho, “impedir gols era uma questão de honra”.
É famosa também a história do “dedo do CASTILHO”. Ele era capaz de tudo para defender o Fluminense. E num certo momento, o médico o informou que deveria passar dois meses em tratamento, pois acabava de sofrer seguidas contusões no dedo mínimo. CASTILHO não teve dúvidas e optou pela “amputação parcial do dedo”. Após duas semanas, CASTILHO já estava de volta aos gramados defendendo o nosso Fluminense.
No último mês de janeiro, o Blog “CIDADÃO FLUMINENSE” organizou junto com o Departamento de Futebol de Mesa do Fluminense e outros tricolores, a “FESTA DE ANIVERSÁRIO DO PINHEIRO”. PINHEIRO, como muitos sabem, foi “O SEGUNDO JOGADOR QUE MAIS DISPUTOU PARTIDAS EM TODA A HISTÓRIA DO FLUMINENSE”. Foram 605 jogos disputados por PINHEIRO.
Na ocasião, estiveram presentes além de PINHEIRO, outros companheiros de CASTILHO, como: ALTAIR, JAIR SANTANA, PAULINHO e JAIR MARINHO. Com muito amor, carinho e respeito que todos se referiram ao “SÃO CASTILHO”. PINHEIRO chegou a nos contar descontraidamente que, CASTILHO costumava preencher o espaço vazio de seu dedo amputado, em sua luva de goleiro, com pedaços de jornais e esparadrapo. Para nós, tricolores, apaixonados pela gloriosa história do Fluminense, “A FESTA DE ANIVERSÁRIO DO PINHEIRO” também era uma forma de homenagearmos CASTILHO e tê-lo junto conosco.
“VIVA SÃO CASTILHO”!
http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM1200779-7824-EM+RETROSPECTIVA+DA+CARREIRA+DE+CASTILHO+POR+OCASIAO+DE+SEU+FALECIMENTO+,00.html
CASTILHO tornou-se uma legenda no Fluminense e sinônimo da alma tricolor. CASTILHO entrou para a história do Fluminense como um goleiro maravilhoso e que realizava verdadeiros milagres. Possuía muita técnica e coragem, o que é fundamental para os goleiros.
CASTILHO era chamado de “Leiteria” pelos rivais, por sua incrível sorte. Mas, eles esqueciam-se de que, não era sorte, era a sua extremada técnica que fazia com que os adversários encontrem dificuldades em vazá-lo. Para os tricolores, CASTILHO tornou-se o “SÃO CASTILHO” como era carinhosamente chamado. CASTILHO ao longo de sua carreira garantiu muitas vitórias para o Fluminense.
CASTILHO era um profissional extremamente dedicado, procurando estudar as principais características dos atacantes. CASTILHO também se destacou por seu pioneirismo em criar um novo visual para os goleiros. CASTILHO trocou a tradicional camisa preta por uma cinza. CASTILHO dizia que a razão pela troca era “para não dar ponto de referência aos atacantes para os chutes”.
Pelo Fluminense, o “Touro” como CASTILHO era apelidado pelos companheiros, foi campeão carioca de 1951, 1959 e 1964. Campeão Mundial Interclubes (Copa Rio) em 1952. Campeão do Torneio Rio São Paulo em 1957 e 1960.
Pela Seleção Brasileira, CASTILHO foi um dos poucos jogadores da história do futebol que disputou quatro Copas do Mundo. CASTILHO esteve presente defendendo o Brasil nas Copas de 1950, 1954 (como titular), 1958 e 1962. Para Castilho, “impedir gols era uma questão de honra”.
É famosa também a história do “dedo do CASTILHO”. Ele era capaz de tudo para defender o Fluminense. E num certo momento, o médico o informou que deveria passar dois meses em tratamento, pois acabava de sofrer seguidas contusões no dedo mínimo. CASTILHO não teve dúvidas e optou pela “amputação parcial do dedo”. Após duas semanas, CASTILHO já estava de volta aos gramados defendendo o nosso Fluminense.
No último mês de janeiro, o Blog “CIDADÃO FLUMINENSE” organizou junto com o Departamento de Futebol de Mesa do Fluminense e outros tricolores, a “FESTA DE ANIVERSÁRIO DO PINHEIRO”. PINHEIRO, como muitos sabem, foi “O SEGUNDO JOGADOR QUE MAIS DISPUTOU PARTIDAS EM TODA A HISTÓRIA DO FLUMINENSE”. Foram 605 jogos disputados por PINHEIRO.
Na ocasião, estiveram presentes além de PINHEIRO, outros companheiros de CASTILHO, como: ALTAIR, JAIR SANTANA, PAULINHO e JAIR MARINHO. Com muito amor, carinho e respeito que todos se referiram ao “SÃO CASTILHO”. PINHEIRO chegou a nos contar descontraidamente que, CASTILHO costumava preencher o espaço vazio de seu dedo amputado, em sua luva de goleiro, com pedaços de jornais e esparadrapo. Para nós, tricolores, apaixonados pela gloriosa história do Fluminense, “A FESTA DE ANIVERSÁRIO DO PINHEIRO” também era uma forma de homenagearmos CASTILHO e tê-lo junto conosco.
“VIVA SÃO CASTILHO”!
http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM1200779-7824-EM+RETROSPECTIVA+DA+CARREIRA+DE+CASTILHO+POR+OCASIAO+DE+SEU+FALECIMENTO+,00.html
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