quinta-feira, 4 de julho de 2013

Colaborando com a Flusócio e a história do Flu

No último dia 25 de junho, os tricolores viveram um momento especial. Inigualável. A data completou “18 ANOS” do inesquecível título do “GOL DE BARRIGA DE RENATO GAÚCHO”. E várias homenagens foram feitas em sites e blogs tricolores. Dentre eles o blog da Flusócio.
A Flusócio como todos sabem é o grupo político do presidente Peter Siemsen. O grupo possui bons serviços prestados ao Fluminense. Como todos os outros grupos políticos também possuem. O blog da Flusócio tem uma equipe editorial de 15 pessoas da mais alta competência. O texto estava fantástico. Emocionante. Irretocável.
A Flusócio é gabaritada para tal tarefa. Já escreveram um livro sobre as suas reflexões. Eles possuem integrantes no departamento de marketing do Clube e no Flu-Memória. Escreveram um texto sobre o título de 1995 intitulado: “HÁ 18 ANOS...”. Foram “37 LINHAS” de puro brilhantismo tricolor. No entanto, se esqueceram de citar o nome do autor do santo gol: “RENATO GAÚCHO”. E também esqueceram, de citar como o gol ficou caracterizado no imaginário popular: “O GOL DE BARRIGA”.
Lembraram duas vezes da expressão “centenário”, que não tem “NENHUMA” relação com o Fluminense. E sim com o adversário do jogo decisivo. Lembraram até de escrever “VASCO” e “BOTAFOGO”. Lembraram até do que gritava “a torcida adversária” a plenos pulmões. Mas se esqueceram de citar o nome do autor do santo “GOL DE BARRIGA”. É simples. O nome dele é “RENATO GAÚCHO”.
Não custa colaborar com o grupo Flusócio lembrando o nome de “RENATO GAÚCHO” como o autor do santo “GOL DE BARRIGA”. Pois se esse texto, sem citar o “GOL DE BARRIGA DE RENATO GAÚCHO”, cai nãos mãos de algum “oposicionista vermelhista e maquiavelento” poderia transformar-se num verdadeiro carnaval ou num sinônimo de “INGRATIDÃO”. Ou então poderiam conspirar achando que é alguma sinistra “estratégia” política para não encher a bola do “RENATO GAÚCHO”. Talvez pelo fato do RENATO GAÚCHO ser muito amigo de algum “SABOTADOR”. Mas aí já seria muita “CONSPIRAÇÃO”.
É lógico, que todos os integrantes do blog da Flusócio, sabem que o autor do santo “GOL DE BARRIGA” foi o “RENATO GAÚCHO”. Deve ter sido apenas uma questão de estilo literário ou talvez uma pequena ‘falha de memória’. Compreendemos perfeitamente. Essas coisas acontecem nas melhores e nas piores famílias. Mas estamos aqui para colaborar. Afinal, “O FLUMINENSE SOMOS TODOS NÓS”. Incluindo o “RENATO GAÚCHO” e o seu santo “GOL DE BARRIGA”.

terça-feira, 25 de junho de 2013

A MAIORIDADE DO GOL DE BARRIGA DE RENATO GAÚCHO

O dia de hoje, “25 DE JUNHO” é o dia da “LIBERTAÇÃO TRICOLOR”. Neste dia, o Fluminense foi campeão carioca de 1995, com o “INCRÍVEL GOL DE BARRIGA DE RENATO GAÚCHO”. Um gol “LIBERTADOR”. Não foi um gol libertador das Américas. Foi muito melhor que isso. Foi um gol em que o “REI DO RIO” e o time de “OPERÁRIOS” libertaram os tricolores de um “SOFRIMENTO DE NOVE ANOS”.



25 de junho de 1995: Eduardo Coelho e Luiz Cláudio Ciccheli



Para celebrar esta “DATA HISTÓRICA”, eu, "EDUARDO COELHO" e o Historiador "LEANDRO CARVALHO", o “CAMPINHO”, por “ETERNA GRATIDÃO” e intenso “AMOR AO FLUMINENSE” fomos ao encontro do eterno ídolo tricolor “RENATO PORTALUPPI”, o nosso querido “RENATO GAÚCHO”.


25 de junho de 2013: Renato Portaluppi



 Nós queríamos apenas “DAR UM ABRAÇO FRATERNO” no “RENATO GAÚCHO”. Apenas um aperto de mão. Queríamos agradecê-lo por tudo o que fez no ano de 1995, por toda a alegria que ele proporcionou aos tricolores, com seu futebol, sua alegria e sua liderança. Sabemos, logicamente, que ele não ganhou sozinho o campeonato. Muito longe disso. Nós, e ele, sabemos da força do grupo, da grande união do time de “OPERÁRIOS”. E o “RENATO GAÚCHO” apenas era o “MESTRE DE OBRAS” do time. Mas também era um “OPERÁRIO”.



Leandro Carvalho e Renato Gaúcho



O santo “GOL DE BARRIGA DE RENATO GAÚCHO” não salvou apenas uma geração de tricolores. O “SANTO GOL DE BARRIGA DE RENATO GAÚCHO SALVOU VÁRIAS GERAÇÕES DE TRICOLORES”. Por isso, eu, “EDUARDO COELHO” e o companheiro “LEANDRO CARVALHO”, o “CAMPINHO” agradecemos do fundo do coração a todos os que participaram da grande e inesquecível conquista do campeonato carioca de 1995. Nosso encontro com o “ETERNO ÍDOLO TRICOLOR RENATO GAÚCHO” na “DATA EXATA DO TÍTULO” foi de extrema significância em nossas vidas.


Eduardo Coelho e Renato Gaúcho



Compreendemos que, o abençoado “GOL DE BARRIGA” simboliza a luz, simboliza uma vida (o título) que surgiu naquele inesquecível dia 25 de junho de 1995. E “HOJE”, dia 25 de junho de 2013, esta vida (o título) está completando “18 ANOS”. Ou seja, esta vida (o título) atingiu a “MAIORIDADE”. “A MAIORIDADE DO GOL DE BARRIGA”.  Portanto, vamos celebrar o eterno “GOL DE BARRIGA DO RENATO GAÚCHO”. Pois, para os tricolores, o ano de 1995 nunca vai acabar...




25 de junho de 1995

terça-feira, 18 de junho de 2013

A doce vida dos amigos do rei

Desde a chegada da corte portuguesa ao Brasil, em 1808, que existia uma ‘nobreza decadente’ querendo ser amiga do rei. Pessoas que pensavam que não adiantava ‘bater de frente’ com o rei. Por isso, ficavam rastejando esperando o momento de receberem suas migalhas. E o rei, vivia produzindo dinheiro ao seu bel-prazer. O Estado e os cofres públicos confundiam-se com os seus interesses pessoais. Era a total promiscuidade da nação. O rei podia tudo. Quem ousaria criticá-lo??? Quase ninguém. Muito menos os corruptos.
Mas o tempo passou. Algumas coisas mudaram. Outras não. A escravidão, por exemplo, foi abolida há 125 anos. Mas suas consequências estão profundamente marcadas em nossa sociedade até hoje. O Brasil foi o penúltimo país do mundo a abolir a escravidão. Uma vergonha? Ou não?
Mas as dívidas sociais brasileiras, só serão solucionadas quando tivermos cada vez mais “educação”. E estou nesta luta!! Como em muitas outras de enorme valor. Mas, muitas coisas que tenho orgulho de ter conquistado na vida, não tem valor econômico algum. Porém, um grande valor social, coletivo e afetivo. Monteiro Lobato dizia: “um país se faz com homens e livros”.
Em junho de 2001, recebi da Vice-Governadora, Benedita da Silva, uma “Menção de Louvor” por ter me empenhado com destaque na “Conferência Nacional contra o Racismo e a Intolerância”. E em junho de 2006, receber um livro escrito “para o Eduardo, do amigo Abdias” é motivo de enorme orgulho. Ele era uma trajetória de luta, de tantas lutas, da razão e da paz. O mestre Abdias do Nascimento é um dos grandes personagens da história do Brasil no século XX.
Participei de inesgotáveis lutas sociais, sindicais, políticas, ecológicas, libertárias, esportivas e tantas outras, que não caberiam neste breve texto mencionar. Mas faço essas pequenas citações, pois acho importante colocar, que – utilizando as minhas surradas sandálias da humildade – não será no FLUMINENSE, que alguém ‘tentará’ me ensinar à noção de “CARÁTER”.
Se existe alguém por aí, que quer “brincar de gente importante”, “brincar de fazer política”, que aguente o balanço do navio. Não pode é ter amargura no coração. E cuspir raiva. Não se faz política apenas contando com a glória e o “bônus”. É preciso saber lidar com a derrota e preparar-se para o “ônus”. E isso requer alguma maturidade!
Já vi algumas pessoas surpreendidas com algo que eu tenha escrito. Só lamento! Não tenho a intenção de machucar. Apenas de refletir. Mas de onde alguém poderia imaginar que tenho que pedir permissão ou dar satisfação sobre algo que penso ou escrevo??? De onde alguém poderia imaginar que, eu teria de procurar tal pessoa antes de escrever algo??? Mas isso faz parte da imaturidade e da fragilidade política de alguns “amigos do Rei”.
Já teve gente até que me obrigou a ir jogar “no seu estádio”. Não teve jeito. Guerreiro que é guerreiro, não foge à luta. Jamais! Mas foi até divertido, olhar aquela cara nervosa, diante da minha serenidade zen-budista. Deveria ser o contrário. Mas não foi. Acho que ganhei por 5 x 0, sei lá. Foram tantos gols que nem me lembro. Era mais um do time dos “amigos do rei”. Pensou que me calaria. Coitado! Não conhece nada do clamor das ruas. Muito menos das trincheiras libertárias. Só conhece cifrão e contrato milionário.
Os reis sempre acharam que o cofre da nação lhes pertence. Por isso, achavam que podiam aquinhoar entre os seus rastejantes amigos – da ‘nobreza decadente’ – com os ‘mimos’ que quisessem. Geralmente, os “amigos do rei” estabeleciam aquele velho discurso de que ficavam muito gratos e honrados, quando ganhavam algum ‘mimo’. Queriam legitimar de todas as formas que eram merecedores do ‘agradinho’.
Mas estes ‘mimos’ eram oriundos do erário público. Dinheiro proveniente do pagamento das contribuições do povo. Uma prática arraigada durante muitos anos de espoliação dos recursos do país. Mas os “amigos do rei” não estavam nem aí para saber de onde vinham os recursos ou se a economia do reino estava combalida. O que importava era manter ‘a pose’ e ‘a imponência’, mesmo que não fossem ricos e apenas decadentes.
Talvez por isso, os “amigos do rei” sempre procuraram olhar a vida por um aspecto doce, imponente, amável e sem qualquer tipo de amargura. Afinal, eles ‘nunca batiam de frente’ com o rei, sempre aguardando algum tipo de docinho que pudesse cair na sua boca. Os “amigos do rei” sempre procuravam participar das grandes recepções palacianas, festas e eventos sociais. Afinal, “quem não é visto, não é lembrado”. E não importava qual fosse o rei. Desde que o rei fosse rei. Até porque, “rei morto, rei posto”.
Muitos “amigos do rei” utilizavam o velho discurso que, procurariam sempre apoiar o rei, independente de quem estivesse no comando do poder. Pois o mais importante seria estar ao lado do reino, apenas para somar e não para dividir. Muito bonito! Mas o mais importante na verdade, para eles, era estar ‘perto das bocas’ e das ‘mamatas’. Para comer todos os docinhos, é claro.  

domingo, 16 de junho de 2013

Aula Magna - Saúde Bucal

Companheiros Tricolores,

Convidamos a todos os Companheiros para assistir à Aula Magna de Saúde Bucal a ser proferida na Escola Vital Brasil, no próximo dia 18 de junho, terça-feira, às 7,30 h.

 O Lions Clube Rio de Janeiro FLUMINENSE, em parceria com o Lions Clube Rio de Janeiro ARNALDO GUINLE, assumiu a coordenação do Programa de Saúde Bucal do Centro Lions de Ação Comunitária - CLAC localizado na Rua Silveira Martins, 80, esquina com a Rua do Catete.

Assim, todas as terças-feiras, a partir de 7 horas, a CaL Glória Maria das Neves Silva, do Lions Club Rio de Janeiro ARNALDO GUINLE, estará cuidando da saúde bucal dos alunos da Escola Municipal Vital Brasil.

O projeto está implantado, em pleno funcionamento, e a Cal Glória Maria das Neves Silva irá proferir a aula magna para os alunos da Escola.

Contamos com o prestígio da presença dos Companheiros Tricolores para marcar o início de tão importante Projeto.  

Saudações Leonísticas,

CL Luiz Augusto Lemos
Lions Clube Rio de Janeiro FLUMINENSE
Presidente