Na última sexta-feira, dia 25/02, pela manhã me deparei com uma notícia no Lancenet que deixou apreensivo. A matéria dizia que “Muricy já não é unanimidade” no Fluminense. A matéria ainda dizia que: “Fora das quatro linhas, o treinador não goza da mesma harmonia do ano passado. Atritos com membros da diretoria e rusgas com jogadores e comissão técnica fazem com que o técnico viva seu momento mais conturbado nas Laranjeiras”.
A matéria do Lancenet ainda diz que: “Muricy teria discutido com o presidente Peter Siemsen e o presidente da Unimed, Celso Barros”. E a matéria do Lancenet ainda continuava fazendo suas conclusões sobre Muricy, dizendo que: “Há quem conviva com o treinador e diga que ‘ele anda esquisito’ nas últimas semanas. O motivo seria a falta de vitórias. O problema é que o estilo durão de Muricy Ramalho estaria extrapolando a normalidade e minando lentamente sua relação com jogadores e alguns membros da comissão técnica, que mal estariam sendo cumprimentados”.
Para minha surpresa, na mesma sexta-feira, dia 25/02, quando retornei à noite e busquei no Lancenet a tal matéria, ela não estava mais lá. Muito estranho! E logo em seguida, surgiu uma matéria com o Vice-Presidente de Futebol, Alcides Antunes – apoiado e referendado pelo presidente Peter Siemsen e seu grupo político – negando qualquer tipo de crise.
Se alguém pensa (seja lá quem for), que poderá criar condições para desestabilizar o trabalho de Muricy Ramalho, assim tão facilmente, “é melhor tirar o cavalo da chuva”. A torcida do Fluminense não é composta apenas de torcedores ‘fidalgos’ que frequentam aeroportos.
Veja a matéria do Lancenet que dizia que “Muricy já não é unanimidade” e foi retirada do site:
http://www.lancenet.com.br/fluminense/Muricy-problemas-acertar-ponteiros-clube_0_433756637.html
Saudações Tricolores
quarta-feira, 2 de março de 2011
Mudança boa!
O diário esportivo Lance! foi lançado no dia 25 de outubro de 1997. O diário esportivo Lance! surge diante de um discurso de “modernização da imprensa” na segunda metade dos anos 90 e início do século XXI, auge da fase de globalização do capital financeiro e de hegemonia da retórica neoliberal.
O diário esportivo Lance! é o primeiro empreendimento de mídia integralmente financiado por investidores profissionais com ligação junto ao mercado financeiro. O diário esportivo Lance! inauguraria um modelo que posteriormente seria seguido por outros grupos empresariais.
De um total de 62 jornalistas da equipe inicial, 40 eram novatos – recém-formados ou ainda estudantes de jornalismo com menos de 23 anos, de uma maneira geral. Na imprensa do Brasil, nunca existiu um caso parecido com tamanha proporção de novatos. Destes 62 jornalistas que estavam durante a fundação do Lance!, 32 eram da redação do Rio de Janeiro e 30 de São Paulo.
A redação de São Paulo contava com 23 repórteres. Destes 23 repórteres, apenas cinco já tinha trabalhado como jornalistas. Os 18 restantes – ou seja, 75% do total de repórteres – nunca haviam trabalhado anteriormente ou estavam tendo sua primeira grande oportunidade num jornal. Os 18 novatos de São Paulo eram divididos em dois grupos. Os onze integrantes do grupo 1 eram considerados estagiário, pois ainda não eram formados. Ainda eram estudantes de jornalismo e por isso ganhavam R$ 500,00 mensalmente, aproximadamente 60% do valor do piso salarial para uma carga de trabalho de cinco horas diárias. Em 1997, em São Paulo, o piso salarial por cinco horas diárias de trabalho era de R$ 780,00. E o piso salarial de sete horas diárias R$ 1.248,00. Os sete integrantes do grupo 2 recém-formados, ganhavam R$ 800,00 por mês. A realidade da redação do Rio de Janeiro não seria muito diferente de São Paulo.
Entretanto, as perspectivas de mercado para estes jovens jornalistas tem se mostrado bastante animadoras. Uma nova porta que se abre neste mercado são as assessorias de imprensa de clubes de futebol. Na sua quase totalidade, os clubes de futebol do Brasil vivem completamente endividados. Mas, o espírito de megalomania de muitos destes clubes continua todo vapor. Tanto é que, recentemente, um jornalista contratado por um grande clube de futebol (saindo do referido diário esportivo onde tinha remuneração de aproximadamente R$ 800,00 por mês), passou a receber R$ 4.000,00 por mês. Isso é o que chamamos de uma “mudança boa”.
Saudações Tricolores
O diário esportivo Lance! é o primeiro empreendimento de mídia integralmente financiado por investidores profissionais com ligação junto ao mercado financeiro. O diário esportivo Lance! inauguraria um modelo que posteriormente seria seguido por outros grupos empresariais.
De um total de 62 jornalistas da equipe inicial, 40 eram novatos – recém-formados ou ainda estudantes de jornalismo com menos de 23 anos, de uma maneira geral. Na imprensa do Brasil, nunca existiu um caso parecido com tamanha proporção de novatos. Destes 62 jornalistas que estavam durante a fundação do Lance!, 32 eram da redação do Rio de Janeiro e 30 de São Paulo.
A redação de São Paulo contava com 23 repórteres. Destes 23 repórteres, apenas cinco já tinha trabalhado como jornalistas. Os 18 restantes – ou seja, 75% do total de repórteres – nunca haviam trabalhado anteriormente ou estavam tendo sua primeira grande oportunidade num jornal. Os 18 novatos de São Paulo eram divididos em dois grupos. Os onze integrantes do grupo 1 eram considerados estagiário, pois ainda não eram formados. Ainda eram estudantes de jornalismo e por isso ganhavam R$ 500,00 mensalmente, aproximadamente 60% do valor do piso salarial para uma carga de trabalho de cinco horas diárias. Em 1997, em São Paulo, o piso salarial por cinco horas diárias de trabalho era de R$ 780,00. E o piso salarial de sete horas diárias R$ 1.248,00. Os sete integrantes do grupo 2 recém-formados, ganhavam R$ 800,00 por mês. A realidade da redação do Rio de Janeiro não seria muito diferente de São Paulo.
Entretanto, as perspectivas de mercado para estes jovens jornalistas tem se mostrado bastante animadoras. Uma nova porta que se abre neste mercado são as assessorias de imprensa de clubes de futebol. Na sua quase totalidade, os clubes de futebol do Brasil vivem completamente endividados. Mas, o espírito de megalomania de muitos destes clubes continua todo vapor. Tanto é que, recentemente, um jornalista contratado por um grande clube de futebol (saindo do referido diário esportivo onde tinha remuneração de aproximadamente R$ 800,00 por mês), passou a receber R$ 4.000,00 por mês. Isso é o que chamamos de uma “mudança boa”.
Saudações Tricolores
Goleiro Bruno, sonho antigo de Celso Barros
Nos últimos dias, alguns tricolores ficaram furiosos com a notícia de que o Fluminense estaria negociando a contratação do goleiro Bruno. Aí, sobrou pedrada pra todo mundo, para o jornalista Renato Maurício Prado, para o jornal O Globo, para o Vice-presidente de Futebol do Fluminense Alcides Antunes e por aí vai.
Mas estes torcedores do Fluminense se esquecem que... “O GOLEIRO BRUNO É UM SONHO ANTIGO DO EMPRESÁRIO CELSO BARROS, PRESIDENTE DA UNIMED, PATROCINADORA DO FLUMINENSE”.
Veja a matéria da jornalista Helena Arnoni da Revista PLACAR:
http://placar.abril.com.br/fluminense-negocia-com-goleiro-bruno-segundo-jornal.html
Mas estes torcedores do Fluminense se esquecem que... “O GOLEIRO BRUNO É UM SONHO ANTIGO DO EMPRESÁRIO CELSO BARROS, PRESIDENTE DA UNIMED, PATROCINADORA DO FLUMINENSE”.
Veja a matéria da jornalista Helena Arnoni da Revista PLACAR:
http://placar.abril.com.br/fluminense-negocia-com-goleiro-bruno-segundo-jornal.html
Fred? Sem comentários!
Em 2009, Fred ficou meses contundido e foi se tratar em Belo Horizonte.
Em 2009, Fred foi expulso infantilmente na decisão da Copa Sul-Americana prejudicando o Fluminense.
Em 2010, Fred ficou meses contundido e joga apenas 14 partidas das 38 partidas que o Fluminense disputou ao longo do campeonato brasileiro. E Fred faz apenas cinco gols no campeonato, o mesmo número de gols marcados pelo zagueiro Leandro Euzébio.
Em 2010, Fred discute com um conhecido jornalista esportivo que denuncia que o atacante vive nas “noites cariocas”. E Fred assume que “toma o seu choppinho” e não deixará de tomar.
Em 2010, Fred demite o médico do Fluminense.
Em 2011, Fred é flagrado conversando com uma “linda morena” na praia. E no dia seguinte, Fred falta o treino do Fluminense por estar com gastrointerite. Na partida seguinte, contra o Boavista, Fred é substituído durante o intervalo da partida e ao final da partida o Fluminense é eliminado nos pênaltis.
Em 2011, Fred não viaja com a delegação do Fluminense para disputar a importantíssima partida contra o América do México.
Mas, em 2011, mais precisamente no domingo, dia 27/02, sai uma nota na coluna Gente Boa do jornal O Globo dizendo...
“FRED, JOGADOR DO FLUMINENSE, ESTARÁ NO CAMAROTE DEVASSA”.
FRED??? SEM COMENTÁRIOS!!!
Em 2009, Fred foi expulso infantilmente na decisão da Copa Sul-Americana prejudicando o Fluminense.
Em 2010, Fred ficou meses contundido e joga apenas 14 partidas das 38 partidas que o Fluminense disputou ao longo do campeonato brasileiro. E Fred faz apenas cinco gols no campeonato, o mesmo número de gols marcados pelo zagueiro Leandro Euzébio.
Em 2010, Fred discute com um conhecido jornalista esportivo que denuncia que o atacante vive nas “noites cariocas”. E Fred assume que “toma o seu choppinho” e não deixará de tomar.
Em 2010, Fred demite o médico do Fluminense.
Em 2011, Fred é flagrado conversando com uma “linda morena” na praia. E no dia seguinte, Fred falta o treino do Fluminense por estar com gastrointerite. Na partida seguinte, contra o Boavista, Fred é substituído durante o intervalo da partida e ao final da partida o Fluminense é eliminado nos pênaltis.
Em 2011, Fred não viaja com a delegação do Fluminense para disputar a importantíssima partida contra o América do México.
Mas, em 2011, mais precisamente no domingo, dia 27/02, sai uma nota na coluna Gente Boa do jornal O Globo dizendo...
“FRED, JOGADOR DO FLUMINENSE, ESTARÁ NO CAMAROTE DEVASSA”.
FRED??? SEM COMENTÁRIOS!!!
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