Estive neste domingo no Engenhão. Foi triste! Logo no início do jogo, levamos um gol que... Sem comentários! O tempo passava e a performance da equipe tricolor não era nada animadora. O tempo passava e a angústia aumentava cada vez mais. Em certo momento, a torcida começava a hostilizar o treinador Parreira, esquecendo-se de toda a sua história em nosso clube. Foi uma manifestação espontânea?
Reconhecemos o retrospecto negativo sob seu atual comando, mas também não esquecemos de seu "sangue tricolor". Existem outras formas de demonstrar insatisfação sem que tivessem que humilhá-lo. O tempo passou, o Flu perdeu e o Parreira caiu. E entramos na zona! Entramos na zona ou estamos na zona?
Poderíamos achar que o Fluminense hoje é um "barril de pólvora" pronto para explodir. Onde o patrocinador quer uma coisa e a diretoria outra. Os jogadores do elenco tricolor são contratados sem critério, sem planejamento. Alguns jogadores chegam ao Flu por serem bons produtos de marketing. Não há um norte a ser seguido. Isto é que é mais apavorante! A disputa de poder entre a diretoria tricolor e o patrocinador fica cada vez mais evidente.
O relacionamento entre a direção do Fluminense e o patrocinador tornou-se tão próximo que perdeu (ou nunca existiu) a noção do profissionalismo. O técnico Parreira, após a sua demissão criticou esta relação, mostrando toda a sua decepção com o presidente Horcades que "acovardou-se" de comunicar-lhe a decisão tomada junto com o patrocinador, já que foi comunicado de que não seria mais o treinador tricolor pelo Vice-presidente de Futebol Tote Menezes. "O clube vive uma cogestão muito complicada, difícil de ser equacionada em termos. É uma relação de conflito permanente para o Fluminense. Há interesses dos dois lados" - disse Parreira.
O fato é que existe uma disputa de poder e ciúmes entre Diretoria e patrocinador. E com isso, sofremos todos nós "tricolores de coração", com a entrada do Fluminense na zona de rebaixamento, pela primeira vez neste campeonato brasileiro. Para não contribuirmos ainda mais, com a onda de violência que assola a cidade, vamos fazer de conta que não estamos num "barril de pólvora". Todavia, recentemente um homem "disparou dois tiros para o alto" nas Laranjeiras.
Esquecendo o "barril de pólvora", não podemos nos esquecer da disputa de "poder e ciúmes" entre diretoria e patrocinador. E que consequentemente, levou-nos para a zona de rebaixamento. É isso aí: "Entramos na zona de rebaixamento"! Entramos na zona ou estamos na zona? Em qual zona estamos? Na zona de rebaixamento ou na zona de meretrício? E quem é a prostituta? E quem é o cafetão? E no final, quem leva o dinheiro?
Saudações Tricolores
terça-feira, 14 de julho de 2009
sábado, 11 de julho de 2009
O atual "Quadro Tricolor"
Ao criarmos o "CIDADÃO FLUMINENSE", tentamos apenas preservar o nosso querido Fluminense Football Club de possíveis desmandos de uma gestão administrativa incompetente e medíocre, como a atual. Trabalhamos para mobilizar e conscientizar os sócios e torcedores tricolores para que exerçam a sua "Cidadania Fluminense". Resolvemos utilizar a internet pelo importante veículo de comunicação que é, e que tem condições de minimizar em determinadas situações o poder econômico, muitas vezes "inescrupuloso". Não temos a intenção de ofender ninguém, ao evidenciarmos sua total mediocridade e incompetência, para determinadas funções. Não fazemos análises ou críticas no plano pessoal. Apenas queremos defender o Fluminense Football Club!
Não nos escondemos atrás de um blog, pois estamos diariamente na sede do Fluminense (ao contrário de muitos, que por obrigação, deveriam estar lá todos os dias), ou nos jogos do Maracanã e demais estádios. E teremos sempre o máximo prazer em estabelecermos o diálogo civilizado, com quem quer que seja, desde que os nossos interlocutores não se portem de maneira grosseira e nem se expressem fazendo "caras e bocas". Trabalhamos sob inspiração e "idealismo" de grandes tricolores, como Oscar Cox e Arnaldo Guinle, dentre outros. Debatemos idéias e não pessoas!
Quando imaginamos que a atual Diretoria do Fluminense vai nos dar um descanso, em matéria de notícias infelizes, que envergonham os sócios e torcedores do Fluminense, somos sempre surpreendidos com uma novidade. Se é que é possível, ficarmos surpreendidos com algo que surja na Gestão Roberto Horcades.
Segundo uma matéria publicada, neste sábado, dia 11 de julho, no jornal "O Globo", na coluna "Gente Boa" do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, o Fluminense estará desfazendo-se de nove quadros de sua pinacoteca (coleção de obras de arte). Para que os sócios e torcedores do Fluminense Football Club, possam tirar suas próprias conclusões reproduzimos na íntegra a matéria:
"Quadro Tricolor
Nove quadros da pinacoteca do Fluminense, na rua Álvaro Chaves, em Laranjeiras, serão leiloados por Nassif em agosto para pagar dívidas trabalhistas - não é a do Branco. Todas somam R$ 520 mil. Um quadro de J. Thimóteo está avaliado em R$ 200 mil".
Como já dissemos anteriormente, num país onde "93% da população não vão a exposições de arte", não é de se estranhar que algo como isso ocorra. Mas, pelo que me consta, sempre fez parte da cultura tricolor, que o nosso quadro associativo e nossa imensa torcida possuem um elevado nível cultural. Não é o que parece, quando a atual administração tenta desfazer-se de nove quadros da pinacoteca do Fluminense.
E quer dizer que, agora para se pagar dívidas trabalhistas a atual administração do Fluminense, vai tentar "dilapidar o patrimônio do clube" construído ao longo de 107 anos de uma gloriosa e rica história? Onde está a "assessoria de imprensa" do Fluminense? Ela existe? E o Marketing? Onde está também? É com medidas como essa que, um clube grandioso vai "se apequenando".
Mais uma vez, reiteramos aos membros do Conselho Deliberativo do Fluminense, utilizando suas competências e prerrogativas estatutárias, para que "exijam explicações" sobre mais um "DESCALABRO COM AS TRADIÇÕES TRICOLORES". É possível uma medida como esta? E nós tricolores, mais uma vez, tomamos conhecimento de uma tentativa de "dilapidação do patrimônio do Fluminense" por intermédio da imprensa?
Segundo o "Estatuto do Fluminense", no Capítulo X, Art. 56, Inciso I, Letra b, é atribuição do Vice-presidente Geral, "coordenar tudo que se relacione com o patrimônio e a conservação dos bens do FLUMINENSE, mantendo sob sua supervisão a Diretoria de Patrimônio". Portanto, com a palavra o sr°. José de Souza, o Vice-Presidente Geral do Fluminense.
Saudações Tricolores
Não nos escondemos atrás de um blog, pois estamos diariamente na sede do Fluminense (ao contrário de muitos, que por obrigação, deveriam estar lá todos os dias), ou nos jogos do Maracanã e demais estádios. E teremos sempre o máximo prazer em estabelecermos o diálogo civilizado, com quem quer que seja, desde que os nossos interlocutores não se portem de maneira grosseira e nem se expressem fazendo "caras e bocas". Trabalhamos sob inspiração e "idealismo" de grandes tricolores, como Oscar Cox e Arnaldo Guinle, dentre outros. Debatemos idéias e não pessoas!
Quando imaginamos que a atual Diretoria do Fluminense vai nos dar um descanso, em matéria de notícias infelizes, que envergonham os sócios e torcedores do Fluminense, somos sempre surpreendidos com uma novidade. Se é que é possível, ficarmos surpreendidos com algo que surja na Gestão Roberto Horcades.
Segundo uma matéria publicada, neste sábado, dia 11 de julho, no jornal "O Globo", na coluna "Gente Boa" do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, o Fluminense estará desfazendo-se de nove quadros de sua pinacoteca (coleção de obras de arte). Para que os sócios e torcedores do Fluminense Football Club, possam tirar suas próprias conclusões reproduzimos na íntegra a matéria:
"Quadro Tricolor
Nove quadros da pinacoteca do Fluminense, na rua Álvaro Chaves, em Laranjeiras, serão leiloados por Nassif em agosto para pagar dívidas trabalhistas - não é a do Branco. Todas somam R$ 520 mil. Um quadro de J. Thimóteo está avaliado em R$ 200 mil".
Como já dissemos anteriormente, num país onde "93% da população não vão a exposições de arte", não é de se estranhar que algo como isso ocorra. Mas, pelo que me consta, sempre fez parte da cultura tricolor, que o nosso quadro associativo e nossa imensa torcida possuem um elevado nível cultural. Não é o que parece, quando a atual administração tenta desfazer-se de nove quadros da pinacoteca do Fluminense.
E quer dizer que, agora para se pagar dívidas trabalhistas a atual administração do Fluminense, vai tentar "dilapidar o patrimônio do clube" construído ao longo de 107 anos de uma gloriosa e rica história? Onde está a "assessoria de imprensa" do Fluminense? Ela existe? E o Marketing? Onde está também? É com medidas como essa que, um clube grandioso vai "se apequenando".
Mais uma vez, reiteramos aos membros do Conselho Deliberativo do Fluminense, utilizando suas competências e prerrogativas estatutárias, para que "exijam explicações" sobre mais um "DESCALABRO COM AS TRADIÇÕES TRICOLORES". É possível uma medida como esta? E nós tricolores, mais uma vez, tomamos conhecimento de uma tentativa de "dilapidação do patrimônio do Fluminense" por intermédio da imprensa?
Segundo o "Estatuto do Fluminense", no Capítulo X, Art. 56, Inciso I, Letra b, é atribuição do Vice-presidente Geral, "coordenar tudo que se relacione com o patrimônio e a conservação dos bens do FLUMINENSE, mantendo sob sua supervisão a Diretoria de Patrimônio". Portanto, com a palavra o sr°. José de Souza, o Vice-Presidente Geral do Fluminense.
Saudações Tricolores
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Peter Siemsen e o Tênis Tricolor
Nesta quinta-feira, dia 9 de julho, mais uma vez o "CIDADÃO FLUMINENSE" foi convidado para participar de uma reunião envolvendo o advogado Peter Siemsen e outro segmento do esporte olímpico do Fluminense. Desta vez a modalidade foi o Tênis.
O encontro se deu no Bar do Tênis, em situações diferenciadas ao encontro da semana passada com o pessoal da natação. Desta vez, o encontro se deu com apenas cinco pessoas e a reunião se resumiu a um diálogo de alto nível entre Peter Siemsen e Mário Junior, Diretor do Tênis do Fluminense. Mário Junior também é membro do Conselho Deliberativo do Fluminense.
Mário Junior relatou que o Tênis também passa pelo problema das certidões negativas do clube para obtenção de patrocínios. Mas disse que, estão tentando melhorar com placas de propaganda. Destacou que, "projetos existem e o caminho está sendo seguido". Relatou que, "o Vice-Presidente de Esportes Olímpicos, Ricardo Martins, dá total autonomia para todos os setores do esporte olímpico". Como disse Júnior, "cada modalidade arrecada mais que outras, mas não podemos abandoná-las". Júnior relatou que, "precisamos de idéias novas no clube".
Mário Junior disse ainda que, "nós temos os nossos próprios proventos. Mas também não repassamos nada para o clube. Um não tem que pagar a dívida do outro. O que a gente fatura hoje dá pra sustentar fácil, por exemplo, o tênis de mesa. O marketing do Tênis é feito por nós".
Mário Junior que também é "tricolor de coração" relatou-nos que todo jogo do Flu vai de arquibancada. Mas nos últimos tempos tem preferido assistir aos jogos na cadeira do Maracanã.
Mário Junior colocou também que seria interessante se a Unimed participasse mais da vida do clube. Mário Junior foi a pessoa que teve a brilhante iniciativa de reeditar a "Olimpíada Tricolor", uma das maiores tradições esportivas da história do Fluminense Football Club. Mário Junior disse ainda que, "mesmo sendo Diretor do Tênis, aceitei que a Quadra Central do Tênis se tornasse um espaço esportivo polivalente para os sócios".
Peter disse que, "o esporte olímpico tem que ser gerido por quem é do esporte". Mário Junior lembrou para Peter que, "nós nunca conversamos". E no final Peter Siemsen e Mário Junior aproveitaram para conversar com alguns conselheiros do Fluminense, que tradicionalmente encontram-se no Bar do Tênis. E conforme observamos, a conversa se deu no mais alto nível. Até porque, "O FLUMINENSE SOMOS TODOS NÓS"!
Saudações Tricolores
O encontro se deu no Bar do Tênis, em situações diferenciadas ao encontro da semana passada com o pessoal da natação. Desta vez, o encontro se deu com apenas cinco pessoas e a reunião se resumiu a um diálogo de alto nível entre Peter Siemsen e Mário Junior, Diretor do Tênis do Fluminense. Mário Junior também é membro do Conselho Deliberativo do Fluminense.
Mário Junior relatou que o Tênis também passa pelo problema das certidões negativas do clube para obtenção de patrocínios. Mas disse que, estão tentando melhorar com placas de propaganda. Destacou que, "projetos existem e o caminho está sendo seguido". Relatou que, "o Vice-Presidente de Esportes Olímpicos, Ricardo Martins, dá total autonomia para todos os setores do esporte olímpico". Como disse Júnior, "cada modalidade arrecada mais que outras, mas não podemos abandoná-las". Júnior relatou que, "precisamos de idéias novas no clube".
Mário Junior disse ainda que, "nós temos os nossos próprios proventos. Mas também não repassamos nada para o clube. Um não tem que pagar a dívida do outro. O que a gente fatura hoje dá pra sustentar fácil, por exemplo, o tênis de mesa. O marketing do Tênis é feito por nós".
Mário Junior que também é "tricolor de coração" relatou-nos que todo jogo do Flu vai de arquibancada. Mas nos últimos tempos tem preferido assistir aos jogos na cadeira do Maracanã.
Mário Junior colocou também que seria interessante se a Unimed participasse mais da vida do clube. Mário Junior foi a pessoa que teve a brilhante iniciativa de reeditar a "Olimpíada Tricolor", uma das maiores tradições esportivas da história do Fluminense Football Club. Mário Junior disse ainda que, "mesmo sendo Diretor do Tênis, aceitei que a Quadra Central do Tênis se tornasse um espaço esportivo polivalente para os sócios".
Peter disse que, "o esporte olímpico tem que ser gerido por quem é do esporte". Mário Junior lembrou para Peter que, "nós nunca conversamos". E no final Peter Siemsen e Mário Junior aproveitaram para conversar com alguns conselheiros do Fluminense, que tradicionalmente encontram-se no Bar do Tênis. E conforme observamos, a conversa se deu no mais alto nível. Até porque, "O FLUMINENSE SOMOS TODOS NÓS"!
Saudações Tricolores
Futebol e Cinema
Nesta terça-feira, dia 7 de julho, o "CIDADÃO FLUMINENSE" esteve na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), quando foi realizado o terceiro debate da série "Futebol-Arte". O tema era "Futebol e Cinema". O evento foi promovido pela ABI, junto com o Grupo de Literatura e Memória do Futebol (Memofut), o Laboratório de História do Esporte e Lazer da UFRJ, o canal SporTV e as editoras Livrosdefutebol.com e Apicuri.
O jornalista José Rezende ("tricolor" e assíduo frequentador do Flu-memória e da Biblioteca do Fluminense) Coordenador do Centro Histórico-Esportivo da ABI, deu início ao encontro com a projeção do filme "Garrincha, alegria do povo", de 1963, de Joaquim Pedro de Andrade. Na mesa estavam, o cineasta José Carlos Asbeg ("1958: o ano em que o mundo descobriu o Brasil"), o professor Victor Andrade de Melo (Coordenador do Laboratório de História do Esporte e Lazer, da UFRJ), com a mediação do jornalista Guilherme Roseguini, do SporTV.
O professor Victor Melo, lembrou que a parceria futebol-cinema produziu bons filmes:
- Esses filmes não conseguiram grande sucesso de bilheteria. Porém, o pesquisador, aquele que quer ver o futebol no cinema para interpretar o Brasil - já que o registro cinematográfico fica para a história - acredito que esta interação tenha dado um resultado positivo.
Victor destacou ainda que, durante certo período o futebol, por ser um esporte popular, foi colocado de lado por cineastas, jornalistas e acadêmicos:
- Na imprensa, o futebol foi inicialmente tratado como futilidade. Nas universidades, era inconcebível que um historiador ou um sociólogo se debruçasse sobre o futebol para entender melhor a sociedade. Mas isto vem mudando com o tempo.
José Carlos Asbeg disse que não obteve êxito comercial com seu filme sobre a conquista da Copa do Mundo de 1958. Reconheceu que encontrou dificuldades durante o processo de comercialização do filme. Mas considera que o período em que fez o filme, foram os melhores anos de sua vida. Considera também os jogadores da conquista de 1958, os "grandes heróis nacionais". Asbeg observou também que, as chanchadas eram populares. Já o Cinema Novo era reflexivo e afastou o público do cinema, pois era muito hermético. Mas considera que o cinema ainda pode trabalhar muito sobre o futebol.
Ao final do debate, alguns livros sobre o tema foram sorteados. No próximo encontro, no mês de agosto, o tema será "Futebol e Rádio". E um dos convidados será o jornalista Luiz Mendes. E aproveitamos o evento para distribuirmos a nossa "Carta Manifesto" sobre a questão da "Farra dos Ingressos", que foi muito bem aceita por todos, inclusive pelos "não tricolores".
Saudações Tricolores
O jornalista José Rezende ("tricolor" e assíduo frequentador do Flu-memória e da Biblioteca do Fluminense) Coordenador do Centro Histórico-Esportivo da ABI, deu início ao encontro com a projeção do filme "Garrincha, alegria do povo", de 1963, de Joaquim Pedro de Andrade. Na mesa estavam, o cineasta José Carlos Asbeg ("1958: o ano em que o mundo descobriu o Brasil"), o professor Victor Andrade de Melo (Coordenador do Laboratório de História do Esporte e Lazer, da UFRJ), com a mediação do jornalista Guilherme Roseguini, do SporTV.
O professor Victor Melo, lembrou que a parceria futebol-cinema produziu bons filmes:
- Esses filmes não conseguiram grande sucesso de bilheteria. Porém, o pesquisador, aquele que quer ver o futebol no cinema para interpretar o Brasil - já que o registro cinematográfico fica para a história - acredito que esta interação tenha dado um resultado positivo.
Victor destacou ainda que, durante certo período o futebol, por ser um esporte popular, foi colocado de lado por cineastas, jornalistas e acadêmicos:
- Na imprensa, o futebol foi inicialmente tratado como futilidade. Nas universidades, era inconcebível que um historiador ou um sociólogo se debruçasse sobre o futebol para entender melhor a sociedade. Mas isto vem mudando com o tempo.
José Carlos Asbeg disse que não obteve êxito comercial com seu filme sobre a conquista da Copa do Mundo de 1958. Reconheceu que encontrou dificuldades durante o processo de comercialização do filme. Mas considera que o período em que fez o filme, foram os melhores anos de sua vida. Considera também os jogadores da conquista de 1958, os "grandes heróis nacionais". Asbeg observou também que, as chanchadas eram populares. Já o Cinema Novo era reflexivo e afastou o público do cinema, pois era muito hermético. Mas considera que o cinema ainda pode trabalhar muito sobre o futebol.
Ao final do debate, alguns livros sobre o tema foram sorteados. No próximo encontro, no mês de agosto, o tema será "Futebol e Rádio". E um dos convidados será o jornalista Luiz Mendes. E aproveitamos o evento para distribuirmos a nossa "Carta Manifesto" sobre a questão da "Farra dos Ingressos", que foi muito bem aceita por todos, inclusive pelos "não tricolores".
Saudações Tricolores
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