segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

"Quem é esse cara da estátua?"

          Busto do Preguinho: Foto tirada em 27/12/2014



"Quem é esse cara da estátua?" Essa pergunta pode ser feita por qualquer criança de 10 anos que passe em frente ao busto do Preguinho. Por todo trabalhador do Clube. Mãe ou pai de família. Ou algum visitante da sede do Fluminense. Ou seja, por toda pessoa que passe em frente ao busto localizado próximo ao ginásio esportivo do Fluminense, batizado com o nome do Preguinho.

Quem foi o Preguinho? Preguinho era o apelido de João Coelho Netto. Mas todo tricolor que se preze conhece minimamente a história do Preguinho. Para os que se prezam e não conhecem sua história - o que é uma grande falha -, sugerimos a leitura do excelente livro "Preguinho - Confissões de um Gigante" de Waldir Barbosa Jr. e colaboração de Waléria Barbosa.

Mas a questão que atormenta alguns tricolores é a constatação de que a placa - com texto alusivo ao Preguinho - foi retirada do busto já faz algum tempo. Cerca de alguns meses. E atualmente o busto do Preguinho está sem a placa. Em um momento em que se fala tanto em "mobilizar a torcida" e "o Flu precisará muito da união de todos os tricolores", imagina-se que seja razoável a manutenção e preservação de um patrimônio histórico do futebol tricolor. 

É possível se manter um nível de cooperação com a atual gestão tricolor - muito longe de significar adesão -, demonstrando problemas que devem ser equacionados. É necessário em algum momento, que exista diálogo e civilidade entre partes divergentes. A não solução, de determinadas situações no presente - que pode parecer exagerada para alguns -, potencializa problemas futuros.

Preguinho faleceu em 1º de outubro de 1979, aos 74 anos. Seu busto encontra-se na sede do Fluminense há mais de três décadas. E sendo reverenciado - com toda justiça - como um autêntico ícone da história tricolor. Preguinho, que foi o autor do primeiro gol da Seleção Brasileira em Copas do Mundo é um grande patrimônio da história do futebol tricolor. 

Aproveitando que o Fluminense Football Club possui atualmente um "presidente oriundo das arquibancadas" dos estádios de futebol - como ele próprio se intitula -, sugerimos ao digníssimo prócer tricolor que "observe com carinho" o busto do Preguinho. Ou alguns de seus inúmeros colaboradores. A história do Fluminense agradecerá! 

sábado, 20 de dezembro de 2014

Eu sou você amanhã!


Abandono: Bar dos Guerreiros, decantado em verso e prosa, vive fechado. Originalidade?



A ensolarada sexta-feira com um calor abrasador no Rio de Janeiro, não foi suficiente para deixar aberto em pleno funcionamento o "Bar dos Guerreiros" na sede social do Fluminense. Enquanto, shoppings centers encontram-se lotados de clientes fazendo as últimas compras para as festas natalinas, o famoso "Bar dos Guerreiros", decantado em verso e prosa (no início de seu funcionamento), encontrava-se "FECHADO" às 16 horas, nesta sexta-feira (19/12), a última antes do Natal.

Durantes seus mandatos, Peter Siemsen, discursou algumas vezes afirmando que "o Fluminense é um clube falido". Talvez ele seja a pessoa mais qualificada para fazer esta afirmação. Afinal, ele é o "presidente" do Clube. No entanto, se ele possui esta informação - privilegiada - da periclitante situação financeira do Fluminense, conclui-se que, alternativas devem ser buscadas para amenizar sua deterioração econômica. E o "Bar dos Guerreiros" encontra-se "FECHADO" numa tarde ensolarada de sexta-feira?

Muitos associados do Clube têm reclamado da atual gestão sobre a questão do "Bar dos Guerreiros". Não iremos aqui, esmiuçar os detalhes sobre as reclamações. Mas o fato é que, inclusive entre os simpatizantes da atual gestão, existem vários associados que reconhecem que o serviço do restaurante anterior, cumpria adequadamente as suas funções. Tanto na questão da alimentação como na sociabilidade entre os associados. Era um local de encontro da família tricolor, das senhoras e dos amigos se confraternizarem.




Abandono: A fachada da sede social do América, reflexo da decadência do clube



Vale destacar que, o restaurante anterior era um importante "núcleo social" onde os associados do Fluminense conviviam fraternalmente. Será que foi por isso que ele precisava ser destruído? E para isso, pouco importa se no mesmo local, foi criado algo que não funciona e que não atende corretamente aos anseios dos associados? 

O América Football Club do tradicional bairro da Tijuca, também passa por gravíssimas dificuldades financeiras. Atualmente, o clube encontra-se "FECHADO" e com inúmeros problemas em sua sede social. Em 1978, quando o América reinaugurava a sua sede de Campos Sales totalmente remodelada, contou com a presença do presidente do Brasil, João Baptista Figueiredo. Foi um momento inesquecível na vida da cidade do Rio de Janeiro. Era o América vivendo a sua grandiosidade. Mas tudo na vida é uma questão de tempo. Tudo passa! Inclusive os poderosos. O poderoso de hoje pode ser o medíocre de amanhã.  

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

E para o Leão, nada?

A coluna do conceituado jornalista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, publicou nesta quarta-feira, dia 17/12, uma importante nota sobre o Fluminense. A nota intitula-se "E para o Leão, nada?" Veja abaixo a nota na íntegra:



A Justiça Federal determinou que o MPF apure denúncia contra os dirigentes do Fluminense. É que o clube deve uns R$ 20 milhões ao Leão. 

O Flu quitaria a dívida com o dinheiro da venda do passe de Wellington Nem, negociado por 9 milhões de euros. Mas alegou não ter recebido o dinheiro.

Só que, depois da quebra do sigilo bancário, constatou-se que o dinheiro entrou na conta do clube.  

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

O lançamento da Bíblia do Fluminense

                       Eduardo Coelho e Sérgio Trigo



Foi um grande prazer prestigiar o lançamento da Bíblia do Fluminense no último sábado. Sérgio Trigo merece! E muito. Recebi em meu exemplar uma carinhosa e lisonjeira dedicatória. Valeu Trigo!

Tive também a enorme satisfação de reencontrar pessoas queridas, como Valterson Botelho. O grande Valterson! 

A Bíblia do Fluminense é um belo livro. Um bom recorte da história tricolor em seus 112 anos. E que será muito útil aos leitores.

Fiquei muito feliz e emocionado em observar humildemente, que meus trabalhos literários puderam servir como referência bibliográfica para este grande livro de Sérgio Trigo. Mais uma vez, valeu Trigo! Estamos juntos.