segunda-feira, 10 de outubro de 2011
"O FLUMINENSE É TRADIÇÃO, O RESTO É IMITAÇÃO"
Só para lembrar aos mais jovens, que na década de 1970 era muito comum vermos nos automóveis dos tricolores um plástico que dizia: “O FLUMINENSE É TRADIÇÃO, O RESTO É IMITAÇÃO”. E era muito legal, pois todos os times tinham um plástico parecido. O do Vasco dizia: “Vasco é Vasco, o resto é fiasco”. O do Botafogo dizia: “O Bota é fogo, o resto é cinza”. O do Flamengo dizia: “Flamengo é raça, o resto é fumaça”.
Os tricolores tinham muito orgulho de usarem este plástico em seus automóveis. E quando cruzavam com outro carro que tinha o tal plástico, era comum até tocarem a buzina e acenarem com a mão, como sinal de aprovação e identificação.
Mas alguns integrantes do “NOVO FLUMINENSE” não devem gostar muito do Fluminense. E parece que só devem gostar do “NOVO FLUMINENSE”. Alguns estão precisando entrar num "cursinho intensivo" para conhecerem um pouco melhor o que é o Fluminense Football Club. Se ficarem na arrogância de achar que mudarão a essência e a alma de nosso Clube, creio que perderão tempo. E colocarão o presidente Peter correndo riscos.
No meio da discussão de trabalho, o papo rolou para o tema “TRADIÇÃO”. E um dos dois, mais velho que o outro, defendeu a “TRADIÇÃO” do Fluminense. O outro mais novo, disse: “VOCÊS FICAM AÍ, DEFENDENDO ESSA BABAQUICE DE TRADIÇÃO. PRA QUÊ SERVE ESSA BABAQUICE DE TRADIÇÃO???”
A coisa quase foi para o “sangue e areia”. Mas o mais velho segurou a onda, engoliu seco e entre mortos e feridos, salvaram-se todos.
Longe de mim, querer me meter no barraco alheio, mas parabenizo o mais velho (nada pessoal), por defender a “TRADIÇÃO DO FLUMINENSE”. E nada contra o mais novo, mas... “O FLUMINENSE É TRADIÇÃO, O RESTO É IMITAÇÃO”.
domingo, 9 de outubro de 2011
Um campeonato à parte??? É o Eurico dizia isso!
Eurico Miranda teve influência política no Clube de Regatas Vasco da Gama durante muitos anos. Mas coincidentemente, a chegada de Eurico Miranda na Vice-Presidência de Futebol do Vasco da Gama, em 1986, ocorreu numa época próxima de Eduardo Vianna tornar-se presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ). Eduardo Vianna tornou-se presidente da FERJ em 1984. Não vamos detalhar os acontecimentos que ocorreram de lá pra cá, mas alguma coisa precisa ser dita.
Qualquer tricolor que tenha por volta de 45 anos recorda-se com felicidade do tempo em que “o Vasco da Gama era freguês do Fluminense”. Em dias de jogos com o time de São Januário, era ir sorrindo para o Maracanã e voltar gargalhando. E o que fez o srº Eurico Miranda dentro de sua estratégia política? Durante os anos 1980 e 1990, Eurico Miranda passou a pagar “bicho” extra para o Vasco ganhar os jogos, sempre que o seu time jogasse com o Fluminense. Qual era o objetivo de Eurico Miranda dentro de sua estratégia política? Reverter à freguesia histórica que o Vasco tinha com o Fluminense. Com que intuito? Além de enfraquecer um rival, passar-lhe na estatística, (freguesia) e caminhar na direção de uma bipolarização no futebol do Rio de Janeiro com o time mais popular. Ou seja, o Clube de Regatas do Flamengo.
Enfraquecendo os rivais (Fluminense e Botafogo) e bipolarizando o futebol do Rio de Janeiro com o time do povão, o Flamengo, Eurico Miranda, potencializaria no imaginário popular a ideia de grande líder guerreiro contra o mal. O mal, no caso, sendo personificado pelo Flamengo. Pelo menos pelos anti-flamenguistas. E os anti-flamenguistas podem ser tricolores, vascaínos ou botafoguenses.
Eurico Miranda conseguiu seu objetivo. O Vasco da Gama conseguiu reverter à estatística (freguesia) com o Fluminense. Logicamente que, além de Eurico Miranda ter sido muito sagaz em todas as suas estratégias políticas, o dirigente cruzmaltino ainda contou com a ineficiência de alguns dirigentes tricolores. E com outros, Eurico Miranda tornou-se até amigo. E para melhorar a situação de Eurico Miranda, o dirigente da Colina Histórica, conseguiu estabelecer uma longa e estável aliança, com o srº Eduardo Vianna, conhecido popularmente como Caixa D’Água.
E durante esta aliança política, coincidentemente, o Vasco da Gama tornou-se campeão estadual em 1987, 1988, 1992, 1993, 1994, 1998 e 2003. Uma bagatelazinha de 7 (sete) títulos. Nada mal, né? Não conto os outros títulos do Vasco da Gama neste período, pois me refiro ao plano doméstico, que está no raio de atuação da FERJ.
Eurico Miranda dentro de suas estratégias políticas foi muito bem sucedido. Não que tenhamos que concordar com suas práticas, ideias, discursos e filosofia política. Mas dentro do que ele se propôs a fazer conseguiu algum êxito. Tanto é que, ele ainda continua presente no imaginário popular dos futebolistas. E até hoje, ainda é comum seu nome surgir em algumas conversas de futebol. E sempre foi comum ouvirmos alguns tricolores e botafoguenses dizendo que “queriam um Eurico no seu time”. EU NÃO QUERIA!!!
Mas é compreensível este tipo de raciocínio. Eurico Miranda estabeleceu suas estratégias políticas de forma muito similar aos políticos totalitários. No regime totalitário é muito comum a idolatria ao “grande líder” e o culto a personalidade do “grande líder”. No regime totalitário, criticar o “grande líder” é o mesmo que estar criticando o país. E o “grande líder” é aquele que, com toda sua coragem e carisma conduzirá o país (Clube) a um futuro glorioso e de superioridade suprema entre os seus competidores.
Uma das vitais estratégias políticas de um “grande líder” em um Estado (Clube) totalitário é a implantação de uma espécie de “lavagem cerebral” coletiva. Algo parecido com o que ocorreu na Alemanha na década de 1930. Ou seja, todos aqueles que se tornarem opositores do regime serão “inimigos da Pátria”. E entre os vascaínos, criticar o Eurico Miranda no período em que ele esteve no poder, era quase que criticar a instituição Vasco da Gama.
Dentro da lógica das estratégias políticas de Eurico Miranda, ele conseguiu deixar a ideia no imaginário popular dos futebolistas do Rio de Janeiro que ajudou o Fluminense em seu retorno ao grupo de elite do Campeonato Brasileiro. Este é um dos mitos e lendas que futuramente deverão ser destruídos. Mas Eurico Miranda se beneficiou muito deste mito. Este mito criava a ideia de um Eurico Miranda dadivoso e solidário com o sofrimento de um rival enfraquecido do seu Vasco. Este mito como vários outros criados por Eurico Miranda serviram para que ele ganhasse uma enorme projeção e a conquista de um sólido poder no Vasco da Gama.
E esse sólido poder no Vasco da Gama permitiu que Eurico Miranda conquistasse dois mandatos de deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro. Um em 1994 e outro em 1998. Vale sempre lembrar que, certa vez Eurico Miranda declarou: “Sempre digo lá em Brasília que não sou representante do povo. Sou representante do Vasco”.
E nesta semana de Fla-Flu, para nossa surpresa e estranheza, no texto Hora de Vencer! publicado no Blog da Flusócio, “O MAIOR GRUPO DE SITUAÇÃO” do Fluminense, logo na primeira frase podemos ler: “FLA-FLU É UM CAMPEONATO À PARTE”.
É compreensível! Possivelmente, o autor do texto, de tanto ouvir a frase de EURICO MIRANDA, deve ter ficado com ela incrustada na mente. É compreensível, possivelmente, o autor do texto durante os anos 1990, que marcam o apogeu da ‘Era Eurico’ devia ser uma criança ou adolescente, observando-se que o grupo é majoritariamente constituído por jovens. Tudo é compreensível. Só passa a ser preocupante se o autor do texto for conselheiro do Fluminense...
Esta excrescência de “jogar com o Flamengo é um campeonato à parte” é bem típica dos seguidores de Eurico Miranda. Quando alguém estabelece tal tipo de raciocínio, talvez sem perceber, está produzindo uma supervalorização do Clube de Regatas do Flamengo. E não existe aqui, nenhum tipo de problema de raiva, ódio ou desprezo ao Flamengo. Creio que não seja necessário nenhum tipo de sentimento em relação ao Flamengo. O Flamengo nada mais é do que “apenas” mais um adversário do Fluminense. A única diferença em ganhar do Flamengo, em relação a ganhar de Vasco ou Botafogo, é que o Flamengo tem um maior número de torcedores. E só!
Ganhar do Flamengo vale a mesma coisa que ganhar do Vasco ou Botafogo. O Flamengo é apenas mais um rival. E ganhar do Flamengo tem o mesmo valor, tratando-se da matemática do campeonato. Ou seja, ganhar do Flamengo valem os mesmos 3 (três) pontos que ganhar do América-MG (que ainda não vencemos). Ficar com este tipo de raciocínio que, “FLA-FLU É UM CAMPEONATO À PARTE” só engrandecer cada vez mais o Flamengo. Os rubro-negros adoram isso. Tô fora!!! Deixo isso para outros tricolores que gostam de supervalorizar o Flamengo.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Um pequeno erro histórico
Mas, “um pequeno erro histórico” vindo do site oficial do Fluminense não dá pra deixar passar em branco. O desprezo do site oficial do Fluminense pela História de nosso Clube pode ser medido por uma informação totalmente equivocada em relação ao nosso principal fundador e primeiro presidente, OSCAR ALFREDO COX.
Qualquer leitor que seja bem observador e com alguma perspicácia poderá perceber que provavelmente, o autor do texto sobre a Promoção #Oscar Cox, no site oficial do Fluminense, teve como fonte de pesquisa o Wikipédia, a enciclopédia livre da internet, pois os textos são muito semelhantes. Com algumas pequeninas modificações. Nada contra! Mas é preciso tomar alguns cuidados pra não se pagar micos por aí. Também nada contra pagar micos por aí. O problema é levar junto o nome do Fluminense Football Club.
Na matéria do site oficial do Fluminense sobre a Promoção #Oscar Cox, está escrito que, Oscar Cox, primeiro presidente do Fluminense presidiu o Clube de 21 de julho de 1902 até 31 de dezembro de 1904. ESTÁ ERRADO!!!
O marketing e a comunicação não são inimigos da História. Muito pelo contrário! São e devem ser grandes aliados. Mas desde que todos saibam o peso e a força da História.
O autor da matéria poderia consultar o LIVRO da HISTÓRIA DO FLUMINENSE de PAULO COELHO NETTO. Juro que o LIVRO não morde. As páginas são até macias e suaves, boas de manusear entre os dedos. E o LIVRO pode se tornar um bom companheiro. Todo LIVRO também pode ser um meio de prazer e entretenimento. Além, é claro, de inesgotável fonte de conhecimento.
A grande diferença entre o PAULO COELHO NETTO e o Wikipédia, é que o PAULO COELHO NETTO era um grande intelectual tricolor. PAULO COELHO NETTO era um fervoroso tricolor. PAULO COELHO NETTO escreveu também o LIVRO, “O FLUMINENSE NA INTIMIDADE”.
PAULO COELHO NETTO era filho do grande escritor COELHO NETTO, irmão do imortal MANO (Emmanuel Coelho Netto) e do lendário PREGUINHO (João Coelho Netto). E quem escreve nesse Wikipédia? Talvez seja até um torcedor do Flamengo e membro da sinistra Fla-press.
Mas caso o autor da matéria tivesse consultado o LIVRO da HISTÓRIA DO FLUMINENSE poderia LER que OSCAR ALFREDO COX presidiu o Fluminense Football Club de 21 de julho de 1902 até 15 de dezembro de 1903. Repito... “DEZEMBRO DE 1903”.
E seria muito fácil constatar isso. Pois existe no LIVRO um pequeno balanço da gestão de Oscar Cox, nos anos de 1902 e 1903. Neste balanço são apresentados números da gestão de Oscar Cox sobre o total do quadro social, receita, despesas e superávit. E no mesmo LIVRO da HISTÓRIA DO FLUMINENSE pode-se ver que o segundo presidente do Fluminense, FRANCIS H. WALTER, presidiu o Clube de 15 de dezembro de 1903 até 13 de dezembro de 1908.
No LIVRO da HISTÓRIA DO FLUMINENSE também são apresentados números da gestão de Francis Walter. São números sobre o total do quadro social, receita, despesas, superávit, déficit, campeonatos e torneios conquistados. O total do quadro social em 1904 na gestão de Francis H. Walter era de 175 sócios. Portanto, não dava para o Oscar Cox ser presidente do Fluminense em 1904 como diz o site oficial do Fluminense.
Foi durante a gestão de FRANCIS H. WALTER que o Fluminense substituiu o uniforme bicolor, cinza e branco, pelo tricolor. A mudança das cores foi debatida na Assembléia Geral Extraordinária de 15 de julho de 1904. Neste momento foi lida uma carta de Mário Rocha e Oscar Cox, que, se encontravam em Londres. A carta dizia da dificuldade de encontrar o uniforme cinza e branco.
Portanto, se FRANCIS H. WALTER era presidente em 15 de julho de 1904, e nesta mesma data Oscar Cox estava em Londres, fica difícil de entender que Oscar Cox tenha sido presidente de nosso Clube até 31 de dezembro de 1904, como diz o site oficial do Fluminense no texto da Promoção #Oscar Cox.
Alguém que acredite que estou fazendo uma tempestade num copo d’água, digo que não. E a pessoa que achar isso está enganada. Simplesmente, não podemos nos acostumar com pequenos erros como se eles não existissem. E principalmente no "site oficial do Fluminense". Foi desse jeito que o Fluminense deixou de ser um Clube modelo e exemplar. E daí foi um passo para o que o Fluminense viveu em anos de um passado recente e de triste lembrança. E qual foi o motivo do Fluminense ter chegado lá no fundo do poço? É que passou a se acostumar com os erros, com o desleixo e com qualquer coisa.
E tudo isso, todo esse texto só por causa de um erro na data do período do mandato do primeiro presidente do Fluminense? Claro que não. O problema é o descaso e o descompromisso com a História do Fluminense. Tipo: “Bota qualquer coisa lá. Ninguém vai saber mesmo se está certo ou errado”. E ainda podemos LER no site oficial do Fluminense que “NÓS SOMOS A HISTÓRIA”. Mas qual História? A certa ou a errada? E se isso ocorresse na gestão anterior, conheço uma galera que faria disso um imenso carnaval.
Mas isso tudo é compreensível. LER em nosso querido país ainda é um árduo caminho a ser percorrido. Só pra comparar com o maravilhoso país do nosso querido Dario Conca, tomamos uma goleada quando o assunto é LIVRARIA (local onde se vendem LIVROS). De acordo com a Associação Internacional de Leitura Conselho Brasil Sul, enquanto o brasileiro lê em média um LIVRO por ano, o argentino lê quatro. A capital do país do nosso querido Dario Conca foi eleita pela UNESCO a capital mundial do LIVRO em 2011. Um dia, com certeza, a gente chega lá!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Como não ser feliz em 1976?
A MÁQUINA TRICOLOR: Renato, Carlos Alberto Torres, Pintinho, Miguel, Edinho e Rodrigues Neto; Agachados: Gil, Paulo César, Doval, Rivelino e DirceuTodo torcedor tem o seu time predileto na história de seu clube. E eu tenho o meu. Como seria possível não ser feliz tendo 11 anos de idade em 1976 e vendo este timaço jogar? Como seria possível não ser feliz tendo 11 anos de idade em 1976 se colecionava essas “figurinhas” para álbuns de futebol? Como seria possível não ser feliz em 1976 tendo 11 anos de idade com todos esses craques no seu time de botão? Como seria possível não ser feliz tendo 11 anos de idade em 1976 se jogava pelada na rua dizendo ser o “DOVAL”? Como seria possível não ser feliz tendo 11 anos de idade em 1976 se nos almoços familiares de domingo falávamos de futebol sobre PAULO CÉSAR, RIVELINO e companhia?
Era o "TIMAÇO" do Fluminense bicampeão carioca de 1976, a "MÁQUINA TRICOLOR". Neste dia 3 de outubro celebramos “35 ANOS DO BICAMPEONATO CARIOCA DE 1976”. E o Blog “CIDADÃO FLUMINENSE” vem nesta data super importante da história do Fluminense Football Club reverenciar o time tricolor que no dia 3 de outubro de 1976 conquistou o bicampeonato carioca. No dia 3 de outubro de 1976 pela primeira vez na minha vida eu quebraria um rádio de pilha. Seria o primeiro de muitos rádios quebrados. Foi no exato momento em que o gringo "DOVAL" marcou o gol do título no finalzinho da prorrogação. Quanta emoção! Que maravilha!
Alguns torcedores do Flamengo odeiam o time da "MÁQUINA". Alguns torcedores do Flamengo detestam o time da "MÁQUINA". Alguns torcedores do Flamengo têm rancor do time da "MÁQUINA". Alguns torcedores do Flamengo têm inveja do time da "MÁQUINA". Alguns torcedores do Flamengo sentem ciúme do time da "MÁQUINA". Alguns torcedores do Flamengo dizem que o time da "MÁQUINA" não ganhou nada. Alguns torcedores do Flamengo fundamentalistas radicais desprezam o time da "MÁQUINA". Alguns torcedores do Flamengo são recalcados em relação ao time da "MÁQUINA". Alguns torcedores do Flamengo dizem que o time da "MÁQUINA" só ganhou um bicampeonato carioca. Alguns torcedores do Flamengo dizem muitas coisas estúpidas em relação ao time da "MÁQUINA".
A gente entende lógico. Afinal são alguns torcedores do Flamengo. Digo “alguns” porque a maioria dos torcedores do Flamengo, reconhecem o time da “MÁQUINA” como um dos melhores times de todos os tempos. E não existe problema algum nisso. O fato de sermos adversários não significa que sejamos inimigos. Podemos tranquilamente reconhecer o valor de um rival. Como a maioria dos flamenguistas reconhecem que a “MÁQUINA TRICOLOR” foi um dos melhores times de futebol todos os tempos. Tanto que o recorde de público num único campeonato carioca ainda é o de 1976. E com toda certeza este recorde não será quebrado. Por isso, até muitos flamenguistas que não viram a "MÁQUINA" jogar reconhecem que foi um dos melhores times de futebol de todos os tempos.
O fato de ter conquistado “apenas” o bicampeonato pouco importa. O que marca a trajetória de um time – para os apreciadores do bom futebol – é a qualidade técnica com que se joga. E em termos de qualidade, não tem discussão. Este time era poesia pura, jogava por música. Era um escrete, uma verdadeira seleção repleta de virtuoses.
Este time já está no imaginário popular. Não adianta reclamar... Mas nós tricolores não reclamamos da "MÁQUINA". Muito pelo contrário! Nós tricolores temos muito orgulho da "MÁQUINA"! Nós tricolores idolatramos a "MÁQUINA". Nós tricolores amamos a "MÁQUINA"!
Há "35 ANOS" atrás, exatamente neste mesmo dia e horário o Rio de Janeiro vivia uma festa enlouquecedora...
Assista o golaço antológico de DOVAL
http://www.youtube.com/watch?v=xpuezH1tq90
“VIVA A MÁQUINA”
“VIVA O FLUMINENSE”