quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Minhas manifestações e parabenizações!

(Capa do projeto de livro de Eduardo Coelho sobre o Deley - 2005)



Encerrado o processo eleitoral parabenizo o Presidente do Fluminense Football Club, Peter Eduardo Siemsen, que foi reeleito no último sábado, dia 23. Peter Siemsen obteve uma legítima e insofismável vitória que o legitimou para mais um mandato. Foi o prêmio de um exitoso projeto político. Gostaria também de parabenizar todos os nobres Conselheiros eleitos pela Chapa “Orgulho de ser Tricolor”, que terão três anos para fomentar os profícuos debates políticos no órgão máximo de nosso amado Clube. Com toda certeza, indubitável qualificação e amor ao nosso Fluminense realizarão muito bem esta tarefa.

Escrevi várias críticas políticas ao atual Presidente do Fluminense. Mas preciso relatar-lhe, que estas, de minha parte, ficaram e sempre ficarão extremamente restritas ao campo das ideias. Exatamente como fiz com o seu antecessor. Aprendi na vida e na luta política a não alimentar sentimentos pequenos ou mesquinhos em relação a quem quer que seja.

Entretanto, não nego ser um incansável combatente. Um combativo militante ideológico! Um militante de verdade! Logicamente, isso é pouco comum no universo futebolístico. A militância política – como o futebol tricolor – deve ser desempenhada com paixão, com denodo e destemor.






(Foto do projeto de livro de Eduardo Coelho sobre o Deley - 2005. Foto: Deley comemorando o título de 1980)



Sei perfeitamente, que, quase todos nós buscamos a fantasia, a confraternização, a emoção, a paixão e o lado lúdico que o futebol nos proporciona. E em alguns casos uma postura um pouco mais aguerrida, acaba assustando um pouco. Principalmente nestes tempos de internet onde a comunicação é acelerada e em muitos casos só se ouve falar de alguém ou se conhece uma pessoa através da rede. Mas faz parte. E não posso mudar algumas características de minha personalidade apenas para agradar alguns. Ou acarinhar outros. Existem preços que devem ser pagos. E eu cumpro com minhas responsabilidades.

Creio que nos últimos anos estabeleci um bom combate. Um forte combate. Mas sempre no campo da ideias e das reflexões. Algumas fortes. Algumas de forma satírica. Mas sempre eram apenas ideias e reflexões. Nunca alimentei pilhérias ou provocações de cunho pessoal. Não é do meu feitio. Eram apenas colocações políticas.

Organizei manifestações pacíficas e cidadãs, que visavam contribuir para o aumento da consciência política dos torcedores do Fluminense. Não eram manifestações partidárias. Organizei uma manifestação na porta de nosso Clube na data exata do primeiro e do segundo aniversário da “Farra dos Ingressos”. Organizei a celebração do aniversário de quatro ídolos eternos do Fluminense: Jair Sant’Anna, Pinheiro, Lula e Joel. Organizei duas manifestações – em 2009 e 2010 – pelo aniversário de nosso histórico Estádio das Laranjeiras. Organizei uma manifestação na data exata – 21/12/2011 – dos 50 anos da demolição parcial de nosso histórico Estádio das Laranjeiras, com a participação de alguns integrantes da Legião Tricolor e do nosso ídolo eterno Rubens Galaxe.



(Foto do projeto de livro de Eduardo Coelho sobre o Deley - 2005. Foto: Deley na festa do Brasileirão de 84)



Concluí – e fui aprovado - um Curso de MBA em Gestão e Marketing Esportivo onde tive a honra de ter o superintendente da CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), José Fardim, como orientador em meu trabalho de conclusão de curso. A grande maioria dos meus trabalhos no curso buscaram soluções para o Fluminense. Ao final, dissertei sobre “As Potencialidades Turísticas do Estádio das Laranjeiras: breve estudo comparativo com o estádio La Bombonera e sondagem com públicos interessados”. Por conta disto, passei três dias na cidade de Buenos Aires, capital da Argentina, para desenvolver meu trabalho de pesquisa de campo, onde entrevistei dirigentes do departamento de marketing do Club Atlético Boca Juniors e os gerentes do Museo de la Pasión Boquense. Participei de simpósios e seminários. Escrevi dois livros sobre a história do futebol do Fluminense. Tudo com alguma criatividade, muita independência, recursos próprios e muito amor ao Fluminense. Todas estas manifestações e ações, nada mais são do que sementes que germinam e frutificam.

Todavia, mesmo com as minhas peculiares sandálias, tenho a convicção que contribui muito para que através do Blog “CIDADÃO FLUMINENSE” fossem pavimentados os primeiros sinais de oposição e debates críticos ao atual mandatário tricolor. Nunca tentei me arvorar líder de coisa alguma. Muito pelo contrário. Sou apenas um soldado do Fluminense. Mas com alguns anos de estrada, sabia que poderia colaborar com alguma experiência para criarmos um contraponto crítico e reflexivo ao que se passava no Fluminense.

Conquistaria a antipatia de alguns? Sim. Evidentemente. Sabia muito bem disso. Até de algumas pessoas queridas e que faziam parte de meu círculo de relacionamentos. Mas evitar isso pensando apenas em busca de popularidade seria pequeno demais dentro do que acredito ser o significado da palavra ‘verdade’. E sempre gostei de uma frase proferida pelo argentino Ernesto Guevara de la Serna: “Muitos me chamarão de aventureiro e o sou, só que de um tipo diferente: dos que entregam a pele para provar suas verdades”.





(Foto do projeto de livro de Eduardo Coelho sobre o Deley - 2005. Foto: Aldo, Tato, Deley, Assis e Ricardo)



Sempre acreditei que seria uma grande vergonha, caso o Fluminense não fosse capaz de articular uma corrente política oposicionista para a eleição de 2013. Por mais heterogênea que ela pudesse constituir-se. Caso tivéssemos apenas uma Chapa única, aí sim, eu acreditaria num enorme fracasso do Fluminense. Seria o prenúncio da consolidação do partido único, que é o reflexo do totalitarismo. Talvez, se tivéssemos abdicado de lutar pela formação de uma Chapa de oposição, muitos que hoje compõem a Chapa do presidente eleito não estariam lá. Pois a necessidade de composição política poderia tornar-se desnecessária. E a vitória da situação seria ainda mais avassaladora. E como diria Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é burra!” Portanto, tenho a plena convicção, de que no último sábado, dia 23, quem venceu foi o Fluminense!

Amo o nosso passado e compreendo perfeitamente determinados contextos históricos. Mas vivo semeando no presente para contribuir com o futuro. Tenho a minha consciência tranquila de que fiz tudo o que esteve ao meu alcance. Pois, não existe futuro sem passado.

Acompanhar o nosso querido Deley nesta empreitada foi uma grande satisfação. Incomensurável. Um grande orgulho. Deley é o eterno e grande ídolo de todos nós tricolores. Um verdadeiro herói dos nossos sonhos de infância. Quase todo brasileiro um dia na vida já sonhou ser jogador de futebol. E o Deley realizou este sonho no nosso time do coração. Foi o maior vencedor de uma década maravilhosa para o futebol do Fluminense. Depois tornou-se gestor esportivo como Secretário de Esportes de Volta Redonda com amplas realizações. E constituiu três mandatos parlamentares consecutivos. O que não é pouca coisa.

Tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente em 2001, quando ele se filiou ao Partido Verde, que ajudei a fundar em 1986. O Verde da esperança! E estivemos juntos várias vezes em diferentes cidades do Brasil. O PV sempre viveu a problemática da cláusula de barreira, que exigia dos partidos um número mínimo de 5% do total de votos para a Câmara dos Deputados, a fim de que o partido tivesse funcionamento parlamentar em qualquer Casa Legislativa em âmbito Federal, Estadual ou Municipal.    





(Foto do projeto de livro de Eduardo Coelho sobre o Deley - 2005. Foto: Deley treinando)




Portanto, todos nós “Verdes”, militantes e lideranças, deveríamos arregaçar as mangas e fomos à luta na busca de votos. Só se conseguem votos com candidatos nas ruas. Cada qual com seu peso, experiência, visibilidade e poder de fogo financeiro. Mas todos com a mesma importância. Dentro desta estratégia a participação de todos era de suma importância. Aos olhos da sociedade em geral muitos daqueles candidatos com poucos votos são inexpressivos. Na verdade são guerrilheiros. Mas qualquer pessoa experiente em política sabe que não se monta uma Chapa para eleger deputados com poucos candidatos.

Dentro deste contexto, fui convocado pelo PV para participar como candidato a deputado federal, em 2002. Obtive exatos 1.800 votos, gastando pouquíssimos recursos. Com votos em 62 dos 92 municípios de nosso estado do Rio de Janeiro. Visitando apenas 5 cidades do Grande Rio. Uma tarefa bem árdua. Fruto de muita conversa política e intensa militância. Numa Chapa de 41 candidatos do PV, fiquei em 22º lugar.  

Obter votos não é uma tarefa nada fácil como parece para a maioria das pessoas não familiarizadas com a política. Não contávamos com a nossa maior liderança e puxador de votos, Fernando Gabeira. O nosso querido ex-guerrilheiro, jornalista e escritor tinha se transferido para o PT. Gabeira venceu as eleições de 2002 junto com o presidente Luís Inácio Lula da Silva. Desde 1990, quando elegemos o economista e ex-guerrilheiro Sydnei de Miguel – nosso primeiro deputado federal –, o PV mantinha sua representação parlamentar em Brasília. E em 2002 não foi diferente. Deley foi eleito pelo Partido Verde com 39.392 votos para orgulho e satisfação de todos nós do PV. E o Deley tornava-se nosso histórico “companheiro”.

Tive a oportunidade e a honra de ser “companheiro de Chapa” do meu grande ídolo Deley, em sua primeira eleição parlamentar. Contribui para a sua eleição – com os 1.800 votos que recebi – no total de votos do PV e mais uma vez continuamos com nossa representação parlamentar em Brasília. Todos os 40 candidatos do PV com seus votos foram importantes para a primeira eleição do Deley como deputado federal, em 2002. A missão estava cumprida.

Recordo-me de uma passagem bem especial, em 2003, em Brasília. Vivíamos uma eleição nacional do PV. Os candidatos eram José Luiz de França Penna, o Penna, e João Luiz Silva Ferreira, o Juca Ferreira. O potiguar Penna (ator, cantor e cineasta), criado na Bahia e radicado em São Paulo atualmente é deputado federal. E o baiano Juca (ex-guerrilheiro e sociólogo) foi um excelente Ministro da Cultura do segundo governo Lula. A própria classe artística chegou a se mobilizar para que ele continuasse no cargo no governo Dilma.




(Foto do projeto de livro de Eduardo Coelho sobre o Deley - 2005. Foto: Deley - 1980)




Na ocasião, a Convenção Nacional do PV foi realizada num grande hotel de Brasília. O Deley apoiava o Penna. E eu, que fazia parte da oposição, apoiava o Juca. Eram cerca de 400 militantes “Verdes” vindos de todos os cantos do Brasil. Era o início do governo Lula. Tivemos a presença do então ‘todo poderoso’ do PT, José Dirceu, que era o Ministro-Chefe da Casa Civil da Presidência da República prestigiando nossa Convenção Nacional. A presença de José Dirceu reforçava o interesse da mídia em nossa Convenção Nacional.

Levei para Brasília um enorme pôster do Jornal do Brasil do Fluminense Campeão Brasileiro de 1984 para prestar uma homenagem ao nosso ídolo Deley. Fixei o pôster na entrada principal do auditório onde se realizava a Convenção para que todos pudessem ver. Rolava certa tensão no ar pela disputa do poder. Mas eu pouco me importava com isso. O PV sempre fez política de forma irreverente. E como eu sempre contribui muito para isso, não poderia deixar passar em branco um evento de tamanha magnitude política para elevar o nome do Deley e do nosso querido Fluminense. Azucrinar os companheiros verdes cariocas (não tricolores) recordando-os um dos momentos mais marcantes da história do Fluminense, lembrando-os que nosso deputado federal do estado do Rio de Janeiro – o único do PV no Brasil – era Tricolor. Isso não tinha preço.

Apesar de nós “Verdes” sempre sermos caracterizados pela forma descontraída de fazermos política, evidentemente, em algumas circunstancias as formalidades e certos rituais litúrgicos também faziam parte de nossa rotina. Apesar disso, eu não me restringiria naquele momento em apenas colocar um pôster na parede para homenagear Deley e o Fluminense. Eu me reuni com cerca de seis tricolores fanáticos – alguns não eram do Rio de Janeiro – e resolvemos que no instante em que o Deley se preparasse para colocar o seu voto na urna, prestaríamos mais uma homenagem. E quando o nosso ídolo e deputado federal Deley se encaminhava para depositar sua cédula na urna, todos nós começamos a gritar insistentemente: “DELEY! DELEY! DELEY! NEEENSE! NEEENSE! NEEENSE!” Provocamos inúmeras risadas e alguns protestos recalcados, mas nada disso nos importava. A posição estava marcada. Estava tudo dominado! Mais do que nunca nossa Convenção era “Verde” e “Tricolor”.  

Em 2005, depois de assistir ao lado do Deley vários jogos do Fluminense no Campeonato Brasileiro no Estádio da Cidadania, em Volta Redonda, resolvi fazer um pequeno projeto para escrever um livro sobre a sua vida e carreira. O título provisório era: “Deley e a poderosa Máquina Tricolor dos anos 1980”. O projeto não andou adiante. Mas a ideia nunca morreu.

Minha participação na “Chapa do Deley” para presidente do Fluminense foi definida na véspera de sua inscrição, dia 15/11. Recebi um apelo pessoal do Deley. Não poderia renunciar a oportunidade de tornar-me, mais uma vez, “companheiro de Chapa do Deley”. Como em 2002, no PV. Por estes motivos estive ao lado da minha consciência e mais uma vez “numa Chapa com o Deley”. 






(Foto do projeto de livro de Eduardo Coelho sobre o Deley - 2005. Foto: FLU campeão de 1980 - Paulo Goulart, Edevaldo, Tadeu, Deley, Edinho e Rubens Galaxe, em pé. Agachados, Mário Jorge, Gilberto, Cláudio Adão, Mário e Zezé)



Ao Presidente Peter Siensem, sinceramente, desejo boa saúde e energia, na função que lhe foi confiada de guiar os destinos do nosso querido, amado e eterno Fluminense. Reitero mais uma vez, que minhas críticas, ficaram e ficarão sempre restritas ao campo das ideias e da política. Uma etapa foi cumprida. A disputa está concluída. A batalha eleitoral está encerrada. Da minha parte está tudo zero a zero.

Ao Deley, deixo o meu carinho e eterna gratidão por tudo o que fez pelo Fluminense. E também aos anos que convivemos juntos no Partido Verde. Sua postura durante o último pleito foi irretocável! Muitos tricolores tiveram a oportunidade de conhecer o outro lado do nosso ídolo. O seu lado humano. Com colocações pertinentes e equilibradas. Deley saiu do Fluminense – como vários de nós que estiveram ao seu lado – de cabeça erguida. Ou melhor, “Deley saiu carregado nos braços do povo!” 

Aos demais companheiros que não venceram as eleições – como eu –, não penso que seja o momento oportuno de se falar sobre o futuro. Não estabelecerei metas, muito menos projeções ou planos. Cumpri a minha parte! Trabalhei intensamente. O momento é de descanso. E de humildemente respeitar os vencedores do pleito. Que os vencedores possam trabalhar, implantando seus projetos e promessas de campanha. Seguiremos no caminho. Feridas de batalhas não devem ser expostas. Para que o tempo possa cicatrizá-las. Ficarão como marcas deste momento e já ficam registradas na história do Fluminense. E tocando neste assunto, vêm mais livros por aí.

No mais, pelo momento em que vivemos, só nos resta torcermos muito e rezar para o Fluminense permanecer na Série A do Campeonato Brasileiro. Afinal, o Fluminense somos todos nós.





Saudações Ecológicas, Libertárias e Tricolores,


Eduardo Coelho

6 comentários:

  1. Muito bonita sua história Eduardo, e muito rica também desconhecia esta sua faceta, você é um legítimo fidalgo tricolor.
    Da mesma forma, desejo ao Presidente Peter muita felicidade e saúde, para fazer frente aos grandes desafios que irá encontrar.
    Saudações tricolores.

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  2. Paulo Cesar Studart29 de novembro de 2013 21:41

    Meu caro Eduardo::
    Sem ter a vivência política partidária que você relata com muita propriedade, pelo que eu o conheço, pelo que você expõe em todos os seus escritos, e pelo seu comportamento político no Clube , temos muito em comum.
    Como você, se críticas faço e as fiz, sempre foram no campo das ideias e das ações. Não foram pessoais e tive oportunidade de comentar isso com o próprio Peter nas vésperas da eleição.
    Concordo, também, que nossa atitude deve ser de “slowdown” e como tricolores que somos devemos torcer para que a gestão Peter seja coroada de êxito.
    Grande abraço
    Paulo Cesar Studart

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  3. Grande Edu,
    pena que a candidatura do Deley teve apenas um mês de pré temporada, ainda mais que com o outro lado recusando o jogo treino, o debate político ficou enfraquecido, perdeu o FFC. Tenho certeza que darias um excelente conselheiro, contigo lá, eu me sentiria representado, pois entendes que o cerne do negócio futebol é o coração do torcedor.
    Vida que segue, hoje é torcer para que no jantar tenha galinha cabidela na mesa.

    Abs,
    Zalu

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  4. Eduardo.


    Concordo que você criou “um contraponto crítico e reflexivo ao que se passava no Fluminense”.

    Não existe líder auto proclamado.

    Quem determina a liderança é a massa por ele liderada. Na história existem vários exemplos de lideres. Alguns que podemos chamar de lideres para o “BEM” e outros opostos a eles, os líderes para o “MAL”. Porém, todos aqueles que auto se intitularam como líderes não deixaram bons exemplos a serem seguidos.


    Saudações Tricolores


    Angelamaria Rosa Lachtermacher

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  5. Parabéns pela luta, Eduardo. O seu grão de areia você mexeu, e deve mesmo se orgulhar por isso.

    Usei você como bibliografia base para muitos dos meus comentários. Mas discordo quanto a este presidente de merda. Peter para mim é, além de incompetente e omisso, além de nada entender de futebol e de ser o grande responsável pelo apequenamento do clube, um cínico mentiroso. Isso para não declará-lo desonesto mesmo.

    Porque mentiu em uma série de episódios como na venda do Conca, do Wellington Nem, no caso do Sandrão, no da procuradoria da Fazenda, em slogans como o "equacionar dívidas" e várias outras situações.

    Ele está levando o Flu definitivamente pro buraco e transformando-o de vez num ameriquinha, e isso é revoltante e me deixa muito P mesmo. Até rebaixamento ele já encomendou para lhe facilitar este processo de liquidação do Flu. Já há até idiotas da Flusócio ensaiando o discurso cinico de que cair não é tão ruim.... Nada, NADA pode ser pior para um clube grande do que uma queda. Nada pode trazer mais prejuízo, maior queda de arrecadação, maior depreciação do valor da marca, maior impacto psicológico na torcida e queda no seu crescimento do que um rebaixamento. Então, bom presidente em que galáxia ?

    Eu também sempre critiquei o Horcades. Aí eu era queridíssimo no blog da Flusócio. Foi só entrar o Peter e eu virar a metralhadora para os erros nítidos desse boçal e passei a ser censurado naquele antro.

    Deixa ver se eu entendi : então a torcida de elite do FOOTBALL CLUBE que elegeu este Peter PAN considera Horcades o diabo execrável mesmo tendo ele nos dado 2 títulos nacionais depois de mais de 1/4 de século para essa mesma torcida sofrida, diminuída, complexada, sacaneada pelos rivais e com carência de motivos para festejar, apenas por causa de "farra de ingressos" e "aumentar a dívida", enquanto Peter nos leva pra Série B - o pior que um presidente pode fazer para o clube grande que dirige - mas mesmo assim é considerado bom presidente só porque, dizem(NÃO É VERDADE) que equaciona a dívida ??????
    O que importa mais, contas pagas ou títulos para um clube GRANDE cuja razão de existência é o futebol ? Realmente não dá para engolir.

    Me dói muito constatar a imensa burrice que tomou conta da massa tricolor, que adora se arvorar como "superior" ás congêneres, ao chancelarem a destruição que Peter está promovendo no futebol do Flu desperdiçando momento ímpar de nossa história, com o grande patrocínio da Unimed por trás, para fincar o Fluminense definitivamente como uma das 3 ou 4 maiores forças do futebol do país.

    Quem votou em Peter.... BEM FEITO ! Agora vão todos se foder. Em 2013 mesmo ou daqui a pouco, em 2014 ou 2015. Rebaixamento é o fim do Flu grande. Então quem votou nele é corresponsável por este rebaixamento. Morram todos abraçados a este presidente de merda. Eu não compactuei com isso e desde 2011 avisei a farsa que é este advogadozinho, semelhante ao estelionato do PT.

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  6. Em verdade, caindo ou não caindo, nós otários torcedores, não devemos esperar grande coisa para o ano que vem. Isso em razão da teta que o Fluminense é hj.

    Vcs sabem quem é o auxiliar do técnico Dorival Junior? Chama-se Lucas Silvestre e é.... simplesmente seu filho. Tem ainda um observador técnico (serve para porra nenhuma) e 03 (três) preparadores físicos (o principal, lógico indicado pelo treineiro).

    Ainda tem mais, tem coordenador técnico ou diretor executivo, não sei a função desse Rodrigo Caetano, onde, de fato ele exerce a função de vice-presidente de futebol (mesmo remunerado pela Unimed), já que o velejador não entende porra nenhuma, ou seja, nada mudou. Tem gerente de futebol para auxiliar o diretor-executivo e para finalizar com chave de ouro, o Fluminense, com seus cofres tão combalidos, tem auxiliar de supervisão (qual seria a função?) e um supervisor de operações (também não faço a mínima ideia), que seria o “supervisor titular”.

    Não satisfeito, o Fluminense ainda tem um contrato com uma empresa de logística para as suas viagens, o qual, claro está inadimplente (seria falta de pessoal para organizar suas viagens?)

    “Sufocado pelas penhoras, o Fluminense não vem conseguindo pagar a Off Side, empresa que cuida da logística de suas viagens. Há quem diga que a dívida chega a R$ 600 mil. O clube não revela o valor.”

    Aí depois vem com essa conversa pra boi dormir de penhoras e fica chorando pelos cantos (deve torcer pelos vira-latas, já que declarou que não tem prazer em ser presidente do Fluminense).

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