sábado, 18 de julho de 2009

Reunião do Conselho Deliberativo e a "FARRA DOS INGRESOS" - 16/07/09

Como é o direito de todo sócio do Fluminense, participar das reuniões do Conselho Deliberativo do Fluminense Football Club. O “CIDADÃO FLUMINENSE” esteve presente na sexta reunião do Conselho Deliberativo, das seis que foram marcadas no ano de 2009. Uma marca não alcançada, por muitos “senhores membros do Conselho”. Mas, estávamos cumprindo com nosso dever de colaborar para o engrandecimento do Fluminense.

A reunião era aguardada com expectativa por todos devido a “entrevista bombástica” do Superintendente Geral do Fluminense, sr°. Carlos Henrique Corrêa, dada ao site Globoesporte.com, sobre a “Farra dos Ingressos. Talvez, por este motivo podíamos observar a presença de “cinco seguranças” na Tribuna de Honra do Estádio das Laranjeiras (onde normalmente, durante as reuniões do Conselho Deliberativo, as pessoas encontram-se para o “café e biscoitos”), contratados por “alguém”.

Segundo a pauta da reunião, seria discutido pela ordem: votar as propostas para concessão de Títulos; apreciar e votar o pedido de autorização, encaminhada pelo Conselho Diretor, para reajustar jóias, anuidades, mensalidades e taxas; e a Leitura do Relatório da Comissão Temporária para averiguações de possíveis irregularidades sobre a venda de ingressos do jogo Fluminense x LDU. Porém, foi levantada “questão de ordem” para inverter-se a pauta da reunião e que a “Leitura do Relatório” passasse a ser o primeiro item de discussão da reunião. Então, o Presidente do Conselho Deliberativo, o sr° Carlos Henrique Mariz pediu que “aqueles que fossem favoráveis ficassem de pé”. Neste momento, podíamos observar o Presidente do Fluminense, sr° Roberto Horcades e o Benemérito Tito Cavalcanti (seu “prestimoso” aliado) pedindo “através de gestos” para alguns conselheiros ficarem sentados. “ELES PERDERAM”! E a pauta foi invertida.

Logo no início da reunião, o Benemérito Luiz Antonio Barbosa fez uso da palavra e disse, “queria cumprimentar a Comissão que foi extremamente ética. O relatório é extremamente bem feito, vai a fundo. O relatório é para relatar e não pode sugerir. O nosso clube é muito maior do que qualquer um que queira destruí-lo”. Contudo, Luiz Antonio Barbosa que fazia parte da comissão, não assinou o relatório.

O Presidente do Conselho Deliberativo convocou as pessoas para dar seu depoimento, depois da apresentação do relatório. E aí o conselheiro Fernando Leite, durante alguns minutos leu o relatório. E novamente, o Benemérito Luiz Antonio Barbosa disse, “na essência eu concordo. Discordo apenas do parecer de dar sugestão. E as incompreensões, por que tenho passado, já estou acostumado”.

Em seguida, o conselheiro Álvaro César pronunciou-se, “quero dar explicações porque fui citado no relatório. Moro na Avenida Prado Junior, na rua da FAST COPACABANA. Encontrei alguns companheiros exaltados, que me relataram o que estava acontecendo. Eles me pediram para ir na FAST e comprei alguns ingressos. Uma confusão, rádios, polícia, tumulto. Carlos Henrique Corrêa perguntou ao dono da BWA, a loja onde comprou. Só por isso fui citado. Repito, a minha atuação se deu acidentalmente porque moro ali. Deixo a família para ajudar o Fluminense. O Fluminense vive um momento que é muito difícil. O problema do Fluminense é falta de ética. Desde 1996. A primeira delas é a imprensa toda contra nós. Não vou dar os detalhes da cena de 1996. E pela justiça divina, caímos novamente. Enquanto nós não nos unirmos em torno de um comportamento ético, caso isso não ocorra o Fluminense vai morrer e isso eu não quero ver. E quero vê-lo da mesma maneira quando nasci”.

O presidente do Conselho Deliberativo, sr° Carlos Henrique Mariz pediu a presença de Humberto Palma e Carlos Henrique Corrêa.
Carlos Henrique Corrêa pronunciou-se: “Quero fazer correções no relatório. Quero que tirem cópia do meu depoimento. Eu vou deixar cópia das agências de turismo que eram feitas com o Departamento Financeiro. Eu não sei por que, a insistência que foi comigo. Outro item do meu depoimento, eu coloco que toda a entrada das cortesias foi feita por mim e não com o Horcades. Seria uma sandice minha dizer que os ingressos foram pegos com o Horcades. Está aqui no depoimento.

Em seguida, o conselheiro Fernando Leite disse que, “esse depoimento foi mudado pelo pedido dos depoentes. O depoimento foi feito em janeiro”.
O Benemérito Luiz Antonio Barbosa afirmou que, “se o Carlos Henrique Corrêa disse isso aqui, ele é um louco. Por isso, eu não assinei. O Humberto Palma disse que não sabia a quantidade de ingressos vendidos. Mas como não sabe?”

O ex-presidente do Fluminense Sylvio Kelly dos Santos disse que, “estamos aqui para ouvir o relatório e não pessoas citadas no relatório. Peço a interrupção da reunião para não se explicarem. E o presidente do Conselho Deliberativo Carlos Henrique Mariz, respondeu: “Convidei as pessoas para darem seu depoimento e não serei deselegante. Vamos levar para o plenário. Os que desejarem ser ouvidos não levantem... O plenário é soberano! Vamos continuar ouvindo.

Então, Carlos Henrique Corrêa prosseguiu: “Em todos meus depoimentos, fax, e-mails, porque eu diria que foi comigo, se foi com o financeiro? Só o presidente Horcades é quem decide quem recebe cortesia. Só o presidente decide”.

O conselheiro Benedito Sérgio disse que, “a maioria como eu está vivendo um momento muito triste. Nós temos um compromisso muito sério que é defender as nossas três cores. A gente hoje aqui, não consegue identificar quem é conselheiro e quem não é. É uma questão grave. O momento é muito grave! Não sei quem sabe tudo. A saída do Fluminense está dentro do Fluminense. Aí, o presidente do Conselho Deliberativo, Carlos Henrique Mariz disse: “Conselheiro, a pergunta”? E o conselheiro Benedito Sérgio respondeu: “Então, eu me abstenho! Eu não quero fazer pergunta. O relatório é claro. Eu fui convocado para a ‘Leitura do Relatório’. Eu não vou me reportar ao Globo.com! Vou me reportar ao Conselho Deliberativo. Até o Luiz Antonio Barbosa concordou com o relatório”.

O conselheiro Antonio César afirmou que: “Eu quero opinar sobre o relatório. É um direito do plenário, discutir o relatório e depois votar. Carlos Henrique Corrêa, seu depoimento é perigoso! Você atacou pessoas sérias. Um funcionário do clube vai para o Globo.com e faz acusações? Eu acho que o senhor não é correto e anti-ético. A menos que você fale que o Globo.com colocou palavras na sua boca. Você colocou palavras sérias. A pergunta é, se ele confirma o que disse”? E Carlos Henrique Corrêa, respondeu: “o relatório tem alguma incoerência com meu depoimento”.
O conselheiro Hamilton Iague pronunciou-se: “Eu era assessor da presidência, fizeram a distribuição... Ele (C. H. Corrêa) não falou Tito, Horcades, Murtinha, Rezende... É bronca pessoal ou o quê? Gostava de você, mas não gosto mais. Você foi indecente! Por favor, me respeite! Porque eu sempre te respeitei! Porque não falou os nomes dos outros componentes do Conselho Diretor? (Neste momento o conselheiro Hamilton Iague retirava-se do microfone, quando, ele e o Benemérito Tito Cavalcanti trocaram “agressões verbais”). Na sequência, Carlos Henrique Corrêa se explica e o conselheiro Hamilton Iague fica atento ao seu lado observando-o. E Hamilton Iague fala novamente: “Você (C.H.Corrêa) falou dos três que não tinham 400 votos pra presidente. Até aqui eu achava você legal”! (Neste momento, instaura-se um ‘tumulto geral’ na reunião do Conselho). E o conselheiro Hamilton Iague, pronuncia-se enfaticamente, perguntando ao presidente do Conselho Deliberativo, Carlos Henrique Mariz: “Está correndo”???

Com os ânimos mais serenados, o ex-presidente do Fluminense Sylvio Kelly dos Santos disse: “Não tenho pergunta a fazer, tudo está no relatório! Eu quero analisar o Fluminense. As pessoas que amam o Fluminense, não podem estar satisfeitas! O que eu fico pasmo, é que surgiu um movimento, que é a Vanguarda Tricolor, e não mudou nada. E eles (Vanguarda Tricolor) não se levantam? E quem se levanta são os idosos! A dívida do Fluminense cresce cada vez mais. A Vanguarda não defende Fluminense porque atingiu o poder? Carlos Henrique Corrêa já declarou que, ‘preferia o corrupto ao incompetente’. E só tenho que lamentar que, estamos passando por isso. O caos vem de longa data, mas acentuou-se na administração Roberto Horcades. Quero que, ele (Roberto Horcades) venha aqui se explicar!

Neste momento, cria-se um tumulto na Mesa Diretora, entre o conselheiro Osvaldo Peniche e o conselheiro Ricardo Belford Kornalewski. E o conselheiro Peniche, retira-se momentaneamente da Mesa.

O conselheiro Fernando Leite indaga Carlos Henrique Corrêa: “O senhor deu a entrevista com a anuência de alguém do Conselho Diretor? E o cheque do Renato gaúcho? Eu não saio do microfone, enquanto ele não responder. Qual foi o critério para citar os nomes de Marcos Lenz, Hamilton Iague e Arthur Nogueira? Qual o critério para receber a cota dos ingressos? Falar no Globoesporte.com é um desrespeito ao Fluminense. E o senhor teve acesso ao teor do relatório”?
Carlos Henrique Corrêa responde: “Não tive acesso ao relatório”! E cita inúmeros vice-presidentes e o presidente Horcades. Neste momento, o conselheiro Fernando Leite ‘discutiu asperamente’ com um senhor conselheiro, dizendo que: “Eu respeito a sua idade e o senhor me respeite”! Em seguida, quando, instaura-se outro ‘tumulto geral’, quase chegando ‘às vias de fato’, o presidente do Conselho Deliberativo Carlos Henrique Mariz, ameaça ‘suspender a reunião’.

Com ânimos um pouco mais serenados, o conselheiro Alexandre Vasconcellos pergunta a Carlos Henrique Corrêa: “Seis mil ingressos foram parar na BWA e ninguém deu falta”? Carlos Henrique Corrêa, respondeu: “As agências de turismo receberam 3.600 ingressos”. E Alexandre Vasconcellos argumentou novamente: “Se o depoimento só foi colhido ano passado porque só assinar hoje? O relatório é questionável”!

O Benemérito Luiz Antonio Barbosa falou que: “Está sendo para mim, massacrante, amigos de vinte e cinco anos, falarem ironicamente ‘você é o maior’.
O conselheiro Alexandre Vasconcellos pergunta: “Porque o Carlos Henrique Ferreira não está aqui para responder”? E o presidente do Conselho Deliberativo Carlos Henrique Mariz responde: “Está viajando”! E Carlos Henrique Corrêa disse: “A entrevista do Globo.com foi na segunda-feira (dia 13/06)”.

O Benemérito Luiz Antonio Barbosa disse: “Falaram que eu vazei notícia para o Carlos Henrique Corrêa”!

Sobre a realização da entrevista, Carlos Henrique Corrêa falou: “Liguei há vinte dias para o Globo.com. E foi às 19:00 hs (de segunda-feira)”.

Novamente, o conselheiro Alexandre Vasconcellos manifestou-se, desta vez com grande atenção de todos. Alexandre Vasconcellos disse: “Senti falta da ‘grande pergunta’! Disseram para a torcida que milhares de pessoas ficariam sem ingressos? Porque não abriu a público? Porque não se deu publicidade que 80% dos ingressos já tinham sido vendidos? É o momento mais negro da história do Fluminense. Fala-se em união, mas ninguém responde. Se o Carlos Henrique Corrêa não responder quero alguém com legitimidade para responder. Talvez o Conselho Diretor. Porque não deram publicidade?

O Vice-presidente de Esportes Olímpicos Ricardo Martins respondeu: “Tínhamos problemas com o Branco (ex-jogador), de renda ser penhorada e ficarmos sem a renda do jogo. A decisão da distribuição dos ingressos foi da Mesa Diretora”.

O conselheiro Arthur Nogueira disse: “Vamos esclarecer as coisas, bem limpas. Extinguiram o meu cargo ilicitamente! O Horcades esquece que quando entrou no clube, foi criada uma vice-presidência que ele pudesse ocupar. Vivemos momentos de glória! Todo mundo queria ser amigo de alguém. Pessoas que não vinham aqui há anos, voltaram. O que ninguém citou é que muitos ingressos foram para nas mãos de agências de turismo. Penso eu que, ninguém ganhou dinheiro com ingressos. Pois isso não é atitude de Tricolor. Só no meu prédio, 46 colegas tricolores só foram ao jogo, porque ajudei. Jogaram garrafas nas crianças no parquinho, podia ser uma tragédia. Esse clube parecia uma bolsa de camelô, os agentes de turismo vinham aqui com sacola. Isso foi uma vergonha que aconteceu no clube. Eu não sou polícia, sou Tricolor! Minha neta falou, ‘vovô, você está na internet’. O José de Souza deu entrevista e foi criticado. Fiquei extremamente decepcionado com o Carlos Henrique Corrêa. Ninguém é inocente! Porque não citou outros nomes? E tenho certeza que, ano que vem, se o Fluminense estiver na Libertadores da América, todo mundo vai querer ingresso! Citar o nome das pessoas foi muito sujo!

O conselheiro Ademar Arrais disse: “Duas questões de ordem para o plenário. Pelo que li, ficou bem claro, que não fui convocado para julgamento, nem linchamento do Carlos Henrique Corrêa. A segunda questão de ordem, em relação às perguntas feitas para o Carlos Henrique Corrêa. Nós temos um empregado do Fluminense, que foi para fora do clube, levar problemas internos. Não cabe a nenhuma empregado, levar problemas internos. Por isso, cabe pergunta”.

O conselheiro Ivan Proença também pronunciou-se: “Tenho quatro perguntas. É verdade que pagamos fornecedores através de ingressos? Carlos Henrique Corrêa respondeu: “Não”. Ivan Proença: “O Esporte Olímpico disse que precisava de 3.000 ingressos? Carlos Henrique Corrêa: “Ninguém pediu, disseram que precisavam de 3.000 ingressos”. Ivan Proença: “A ‘tragédia anunciada’ e a cúpula manteve tudo isso. Qual é a cúpula? Carlos Henrique Corrêa: “Marcos Lenz, Horcades e Humberto Palma. Falei com eles. ‘Eu apenas cumpri ordens’! Ivan Proença: “De quem”? Carlos Henrique Corrêa: “As decisões foram do Conselho Diretor. Ivan Proença: “Sou conselheiro e não vou me ligar a nada disso! Sentei na rua para comprar ingresso, mesmo sendo conselheiro. Não concebo este tipo de prioridade de 200 ingressos. E foram pagos? Carlos Henrique Corrêa: “Foram pagos posteriormente”. Ivan Proença: “Não me sinto confortável, que tenhamos vivido isso. Então, tudo ocorreu para não pagar o Branco (ex-jogador). Carlos Henrique Corrêa: “Não sei responder essa pergunta, quem respondeu foi o Ricardo Martins”. Ivan Proença: “Falou-se muito, em inexperiência. A lógica é assim, que dobrou a receita, os valores foram dobrados. E não tendo critério ocorreu o fato.

O conselheiro Ricardo Belford, perguntou a Humberto Palma: “Todos os ingressos foram vendidos, tudo direitinho e fechou o borderô? Humberto Palma respondeu: “O borderô fechou. Minha preocupação era ter prejuízo para o Departamento Financeiro. Ricardo Belford disse: “Ele (C.H.Corrêa) só estava cumprindo ordens. Então, porque a briga toda? Porque não avisaram que teria venda privilegiada? O Fluminense podia fazer igual ao Cruzeiro fez agora, que anunciou publicamente que privilegiaria 30 mil ingressos. O cara (C.H.Corrêa) está sendo achincalhado. Ele está certo, defendeu a sua honra”! Em seguida o conselheiro Fernando Leite disse: “Ele teve um ano para fazer isso. Porque não antes”? E Carlos Henrique Corrêa respondeu: “Os jornalistas não quiseram me ouvir. Como fez um ano e torcedores fizeram manifestações o assunto veio à tona (Três manifestações sobre a “Farra dos Ingressos” foram realizadas pelo Blog “CIDADÃO FLUMINENSE”. A primeira, na “data exata do fato”, na porta do Fluminense, dia 21/06. A segunda, dentro do Maracanã, antes e no intervalo do Fla x Flu, dia 28/06. E a terceira, novamente na porta do Fluminense, durante a abertura da Olimpíada Tricolor, dia 05/07).

O conselheiro Julio Domingues se manifestou: “Nós vamos ficar repetindo perguntas? Vamos passar ao debate do relatório”.

Carlos Henrique Corrêa disse: “Eu queria até agradecer as pessoas que fizeram as manifestações, pois só assim o assunto foi discutido novamente”.

O conselheiro Marcos Lenz disse: “Já está esclarecido que coube ao Conselho Diretor que as pessoas teriam direito de comprar 200 ingressos. Ninguém ganhou”! E Carlos Henrique Corrêa disse: “O que eu falei é que um grupo de associados tinha 1.100 ingressos. E não vocês”. E Marcos Lenz disse: “É isso que eu quero que fique registrado. Que é mentira da entrevista. Presidente, eu quero que fique registrado na Ata que, Marcos Lenz, Arthur Nogueira e Hamilton Iague fizeram uso do seu direito. O que está escrito (na entrevista) não é verdade. Por deliberação do Conselho Diretor nós três utilizamos o nosso direito.

O conselheiro Amadeu Martins fez uso da palavra e “questionou todos” e Angelamaria Lachtermacher. Amadeu Martins disse que: “As pessoas não tem direito, não”! Lembrou o esforço dos sócios para ajudarem Xerém doando coisas. E disse: “Temos que dar mais ao clube do que receber. Estão fazendo um inquérito do Carlos Henrique Corrêa aqui. Isso tinha que ser feito na Comissão”!

O conselheiro Benedito Sérgio novamente falou: “O mundo mudou. Se fosse há anos atrás nada disso aconteceria. Está para o mundo inteiro, pela internet, o que ocorreu no Fluminense”.
O conselheiro Arthur Nogueira disse: “Exijo que o Conselho Deliberativo leve ao Globoesporte.com, que coloque a verdade”!

O conselheiro Álvaro César falou que, “essa atitude do Conselho Diretor é absurda”!
O conselheiro Fernando Simone disse: “Quero esclarecer coisas que não ficaram claras. Os 25.000 ingressos ficaram na casa do conselheiro Sandro? E acabaram os 25.000 ingressos? E Carlos Henrique Corrêa respondeu: “Foram 20.000 ingressos para a casa do Sandro”. E Fernando Simone disse novamente: “Queria parabenizar o conselheiro Amadeu Martins. Eu não concordo com 200 ingressos para uma pessoa. Eu acima de tudo, sou um torcedor”!

O conselheiro Sandro disse: “Há um ano todo mundo era amigo do Horcades! Agora querem execrar o Horcades e o Carlos Henrique Corrêa? Agora querem f... com o Horcades? Eu acho que quem é Tricolor tem que pagar o ingresso. Quero elogiar o Ivan Proença que está todo jogo na arquibancada. Neste momento, Angelamaria Lachtermacher, Vice-presidente do Conselho Deliberativo chamou a atenção do conselheiro Sandro pelas “palavras indecorosas”. O conselheiro Sandro respondeu: “Queria pedir desculpas. Eu sou de esportes, sou de arquibancada. Eu só guardei os ingressos. Neste momento, o Presidente do Conselho Delibertivo
Carlos Henrique Mariz disse: “A reunião está prorrogada por mais 30 minutos”.

O conselheiro Sérgio Galvão pronunciou-se: “Quero dar os parabéns ao Carlos Henrique Corrêa por ele suportar tudo tranqüilo. Acho que o Carlos Henrique Corrêa errou em levar para a imprensa na véspera dessa reunião. Para mim o grande erro foi não ir para a imprensa avisar o problema. Era só dizer, ‘olha calculamos errado’. E faltou isso. Carlos Henrique Corrêa você não tem o direito de ir para a imprensa fragilizar o clube. Você é um funcionário do Fluminense”.

O conselheiro Rogério do Val disse: “Questão de Ordem, a última vez que estivemos aqui, foi para falar de, como estão às reuniões. O Presidente do Conselho Deliberativo não pode prorrogar a reunião sem consultar o Conselho Deliberativo. Só pode desde que deliberado em plenário. E o Presidente do Conselho Deliberativo Carlos Henrique Mariz disse: “Quer que coloque em votação? Aqueles que querem a prorrogação da reunião fiquem de pé? Aprovada! É bom que, eu estou aprendendo”!

O conselheiro Julio Domingues disse: “É preciso que todos assumam suas responsabilidades. Acho que, a luz do relatório, ele foi tímido”!

O conselheiro Claudio disse: “Não ficou esclarecido à questão da ‘Tática’? Carlos Henrique Corrêa respondeu: “Não conheço. Eu não faço parte desse gerenciamento”. O conselheiro Claudio disse: “A sala é da ‘Tática’? Carlos Henrique Corrêa: “Não. Mas tem uma funcionária dela”.

O conselheiro Carlos Cruz manifestou-se: “Todos nós subestimamos a força de nosso clube e da nossa imensa torcida. Eu me lembro do José Carlos Araújo da rádio (Globo), dizendo que o clube estava maluco, que não ia encher o Maracanã. Temos que nos unir e parar com essa baboseira.

O conselheiro Amadeu Martins disse: “O que o Carlos Henrique Corrêa fez e se fosse numa firma, e se fosse minha, ele teria surpresas desagradáveis. Ele não pode ir na imprensa falar mal do Fluminense. Não existe nenhum balancete no relatório. O Luiz Antonio Barbosa falou em ‘expertise’. Mas, em 107 anos nós não aprendemos a vender ingresso! E falar em ‘expertise’? Em nenhum momento eu vi um quadro numérico sobre as movimentações em relação aos ingressos. O pessoal dormia nas ruas. Ninguém deu a menor satisfação aquele cidadão que estava na fila. Podiam avisar as pessoas. O Fluminense já teve diretorias em que não se concediam este tipo de favores”.

O Benemérito Argeu Affonso pronunciou-se: “Perdoem-me a intromissão, mas eu acho que íamos discutir as mensalidades. Eu quero perguntar, se nós vamos decidir com 30 pessoas coisas importantes. Eu não quero Benemérito no Fluminense com 10 votos”.

A proposta do Conselho Diretor foi de mudança para:
Sócio-proprietário (mensalidade): R$ 51,00.
Sócio-contribuinte (mensalidade): R$ 101,00.

O conselheiro Ricardo Lopes disse: “Peço esclarecimento sobre o dinheiro do futebol”. E Humberto Palma respondeu: “O futebol arrecada R$ 1 milhão e o Social R$ 700 mil. A mensalidade é importante para equilibrar o clube”. Ricardo Lopes perguntou: “Quanto arrecada com o sócio”? Humberto Palma respondeu: “Quase R$ 440 mil”. Ricardo Lopes: “E quanto gasta”? Humberto Palma respondeu: “Você (Fluminense) paga R$ 190 mil para o Banco Rural”. Ricardo Lopes: “Qual é a folha salarial dos funcionários? Se estamos arrecadando, vamos continuar com os salários em dia? O conselheiro Tadeu Sérgio também manifestou-se: “Também existem os funcionários de Xerém”! E Humberto Palma respondeu: “Está incluído Xerém. A arrecadação é deficitária. Quanto mais congelar a mensalidade, aumenta o déficit. O conselheiro Benedito Sérgio disse: “É normal da economia a correção monetária”.

O conselheiro Enio Melo disse: “Não é hora de aumentar o valor da mensalidade”. Humberto Palma disse: “Está aumentado o número de sócios nesse mês de julho. Essa é a hora de aumentar a mensalidade. As escolinhas, conta de luz, conta de água, aumentam de acordo com o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado).

O Presidente do Conselho Deliberativo Carlos Henrique Mariz perguntou: “Os que não forem favoráveis ao aumento se levantem”? Aprovado por maioria! O conselheiro Benedito Sérgio corrigiu não ser aumento. E sim correção”.

O conselheiro Ademar Arrais disse: “Primeiro em relação à questão da correção, os aumentos são naturais. Nosso problema não é a mensalidade e sim o serviço que é oferecido para o sócio. Queria parabenizar o Álvaro César que abrilhantou a Mesa, quero parabenizar o Presidente do Conselho Deliberativo Carlos Henrique Mariz que, ‘declarou que está aqui para aprender’. Porque aqui no Fluminense, as pessoas ensinam demais. Quero deixar minha sugestão sobre os 4.500 ingressos para as torcidas organizadas. O Conselho Diretor errou? Sim! O Carlos Henrique Corrêa errou? Sim! Nós parecemos aquele ‘Lorde inglês’ falido, vivendo de pose. Nós não podemos continuar assim. Mas nós temos que ajudar a torcida organizada. Se você regulamentar as coisas elas melhorarão. Agora, 200 ingressos, 4.000 ingressos? Luiz Antonio Barbosa eu vou discordar de você, não temos que colocar amizade ‘acima de tudo’. Você declarou ser amigo do Carlos Henrique Corrêa. Não podemos achar que o que ocorreu é normal. Mais importante do que aconteceu na Libertadores da América e nós vamos em qualquer jogo do Fluminense e estamos ‘infestados’ de cambistas. Quero deixar claro, meu repúdio ao Carlos Henrique Corrêa. Um empregado do clube não pode ir para os jornais e expor a vida do clube. Se fizerem isso numa empresa ‘vão para a rua’. Aqui, empregado faz o que quer e faz política. Aqui tem gente que ganha R$ 40 mil. Está na hora de botar o dedo na ferida. (Neste momento, o Presidente Roberto Horcades, próximo da escada de saída do Salão Nobre, demonstrava profunda irritação com as palavras do conselheiro Ademar Arrais tentando ridicularizá-lo). E Ademar Arrais continuava: “A perspectiva é horrível por causa desse círculo vicioso. União em torno de projetos. Eu exijo respeito! O ‘empregado’ Carlos Henrique Corrêa falou em ‘grupelhos’. Aqui não tem ‘grupelhos’!

O conselheiro Ivan Proença disse: “Quero a informação do pagamento de dívidas trabalhistas com a venda de quadros? Tem alguém aí para responder? Estão dilapidando o patrimônio do clube”! O Presidente do Conselho Deliberativo Carlos Henrique Mariz perguntou: “Tito pode responder”? E o Benemérito Tito Cavalcanti de maneira ‘debochada’ respondeu: “Foi vendido na feira”! E o conselheiro Ricardo Lopes perguntou: “Em que feira foi vendida? Na rua em que o senhor mora”? E o Benemérito Tito Cavalcanti novamente ‘debochado’ respondeu: “Na sua”! E o Ricardo Lopes disse: “O senhor me respeite, porque eu lhe respeito! Agora não lhe respeitarei mais! O senhor é muito mal educado! O senhor respeite o Conselho Deliberativo do Fluminense!

O conselheiro Ivan Proença disse: “Critico o CFZ de Zico e Flamengo, podemos usar aqui. CFZ em hipótese alguma. A gente tem que voltar para cá!

O conselheiro Fernando Leite disse: “Eu quero lembrar, da apresentação do Alexandre Farias e de seus problemas com o Atlético Mineiro quando disse que, ‘já estou tomando providências contra o dirigente’. Eu queria saber se isso já aconteceu? Gostaria de ter esse esclarecimento. O conselheiro Ailton Bernardo respondeu: “Em duas audiências o Presidente do Atlético Mineiro não compareceu! Infelizmente, o campo não dá! Pode ter rachão. Pode ter Xerém, mas tem que investir. Concordo em não ir para o CFZ!

O conselheiro Ricardo Lopes disse: “Primeiro, peço desculpas ao Conselho Deliberativo e não ao conselheiro (Tito Cavalcanti). Fui educado e ele não teve comportamento de um conselheiro do Fluminense. O Fluminense está sendo representado na Itália, no campeonato mundial de esportes aquáticos. É ‘prata da casa’ representando o Fluminense”. E a Vice-presidente do Conselho Deliberativo Angelamaria Lachtermacher disse: “Queria tê-los na abertura da Olimpíada Tricolor”! E Ricardo Lopes disse: “Estamos diuturnamente no clube”. E o conselheiro Hamilton Iague disse: “Eu ganhei medalhas no Tênis”!

O conselheiro Antonio César disse: “Defendo o campo das laranjeiras e critico o desleixo proposital, o estado de abandono. E Angela, se não fosse o campo das Laranjeiras não teríamos a Olimpíada Tricolor. E o Benemérito Argeu Affonso disse: “Nada impede que se faça um (treino) individual no campo. Foi para a Barra da Tijuca por causa do Parreira. Ele declarou, quando foi para a Barra que, ‘estou há cinco minutos de casa’. E o conselheiro Antonio César continuou: “O Carlos Henrique Corrêa não respondeu nada. O presidente Roberto Horcades não se pronunciou, escutando um empregado. O Carlos Henrique Corrêa foi muito covarde. Ele maliciosamente diz que ganharam mais ingressos do que o permitido. Várias perguntas ele não respondeu. Foi horrível o depoimento dele. Também não vi nenhuma posição do presidente Roberto Horcades em relação de um empregado querendo nos jogar contra a opinião pública. Eu estou fazendo uma solicitação à Mesa Diretora para que se dirija ao Conselho Diretor contra o Carlos Henrique Corrêa por escrito. Ele nos chamou de ‘grupelhos’! Ele foi leviano com essa firmação! Quero saber se a presidência da Mesa vai encaminhar ao Conselho Diretor”? O Presidente do Conselho Deliberativo Carlos Henrique Mariz responde: “Gostaria que viesse por escrito”. E ele lê o resultado da votação:

- 57 votos na urna
- 56 votos válidos

César Queiroz: votos sim - 55 / votos não – 1
Paulo Gustavo: votos sim – 55 / votos não – 1
Roberto Seabra: votos sim – 55 / votos não – 1
Alexandre de La Peña: votos sim – 54 / votos não – 2
Renato Agonigi: votos sim – 54 / votos não – 2
Luciana Agonigi: votos sim – 54 / votos não – 2

O conselheiro Marcelo Hollanda disse: “Quero falar do Departamento de Marketing. No último sábado, estivemos em Araruama assinado um convênio na ‘sede da costinha’, com o Clube Náutico. E sábado teremos jogo da equipe de Master do Fluminense, no Estádio das Laranjeiras, contra a Seleção de Angra dos Reis. E no dia 21 de julho, terça-feira, às 19:00 hs, jogo no ginásio, da equipe de Futsal, Sub-17, tricampeã estadual. A equipe jogará um amistoso internacional contra o ‘Cisco Soccer Club’ dos EUA.

E o conselheiro Arthur Nogueira disse: “Queria dar os parabéns a Mesa e que desse um voto a todos os conselheiros que vieram na última reunião do Conselho Deliberativo do Fluminense numa ‘sexta-feira’. Isso nunca existiu em reunião do Fluminense! E peço ao presidente que não marque reunião nunca mais numa sexta-feira”!

E o Presidente do Conselho Deliberativo do Fluminense Carlos Henrique Mariz, convidou o Prof° Ivan Cavalcanti Proença e seu filho Ivan Proença, para retirarem a ‘bandeira do Fluminense’ concluindo a reunião do Conselho Deliberativo.

Saudações Tricolores

4 comentários:

  1. caro Eduardo, A titulo de informaçao, o conselheiro Tito ao responder sobre os quadros , informou que o assunto ja estava solucionado,foi quando Ricardo Lopes, fora do microfone ironicamente perguntou aonde fora vendido. Em resposta, da mesma forma, informou que havia sido vendido na feira. Ricardo Belford

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  2. ***

    Muito obrigado pela publicacao.
    Seu trabalho e' uma oportunidade estendida a todos.

    A falta de educacao e respeito mutuo de uns e a omissao covardemente silenciosa de outros nao anteve nada de bom para o Club.

    A ideia de farra dos ingressos permanece.
    A ideia de incompetencia generalizada tambem.

    O Fluminense em seu nivel etico e procedimento moral assemelha-se ao Congresso Nacional em muitos aspectos.

    E' com tristeza que constato e escrevo.

    ST

    Mauro Balbino

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  3. Rogério Pecegueiro19 de julho de 2009 10:12

    A Farra do Ingresso não está mais evidenciado, está ERÓTICO! Nada mais!

    Rogério Pecegueiro
    super_flu100@hotmail.com

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  4. EU SOU O APAIXONADO TORCEDOR DESIRÉE ROGÉRIO, E ESTOU MUITO TRISTE E ENVERGONHADO COM O CIRCO QUE FOI MONTADO NO SALÃO NOBRE, (DIGO REUNIÃO DO CONS. DELIBERATIVO), LEVEI MEU FILHO MARCELO (OUTRO AMANTE DO FLUSÃO)E FALEI TODO GARBOSO FILHO VC VAI VER O QUE É UM CLUBE DE ELITE, PORÉM A FIDALGUIA FICOU DO LADO DE FORA, POIS O QUE SE VIU FOI OUTRA BAIXARIA DE ALGUNS CONSELHEIROS, UMA AUTÊNTICA PRAÇA DE GUERRA, ONDE FALTOU RESPEITO MÚTUO E SOBROU ARROGÂNCIA, POIS FUI ABORDADO POR UM BRUTAMONTE DE UM SEGURANÇA, QUE POR EU DESCONHECER O USO DA MÁQUINA FOTOGRÁFICA NO RECINTO, QUASE PERCO A MESMA POIS O DITO CUJO (QUE NÃO DEVE SER SÓCIO DO CLUBE)ME TOMOU A MÁQUINA E COM TRUCULÊNCIA TENTOU APAGAR AS FOTOS (SEM ÊXITO)POIS EU FUI MAIS RÁPIDO E TRAVEI, PORQUE EU SEMPRE GRAVO O DISCURSO DO CONS. MAIS LÚCIDO DO PLENÁRIO (AO MEU VER)O CONS. PROF. IVAN PROENÇA (FILHO), POR CAUSA DO OCORRIDO COMIGO (E NÃO COM A REUNIÃO) FUI CONVIDADO PELA IMPRENSA A DAR EXPLICAÇÕES SOBRE O OCORRIDO, E FAREI COM O MÁXIMO PRAZER, INDEPENDENTE DA OPINIÃO DE QUEM QUER QUE SEJA. LAMENTÁVEL, E VERGONHOSO O MOMENTO TRICOLOR, MESMO ASSIM CONTINUO AMANDO E MUITO ESSE CLUBE!!!

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